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Friday 30 October 2020
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Claudinha vive a expectativa da estreia no Grand Prix

Foto: CBV/Divulgação

A levantadora Claudinha, de 25 anos, vive a expectativa de participar pela primeira vez do Grand Prix. Relacionada entre as 14 jogadoras que estão com a seleção brasileira feminina de vôlei, em Mayaguez, Porto Rico, para a segunda etapa da tradicional competição, a jogadora pode fazer sua estreia às 18h desta sexta-feira (09/08) contra a República Dominicana. 

Um dos jovens talentos do voleibol brasileiro, a atleta é, ao lado das gêmeas Michelle e Monique, uma das estreantes no Grand Prix no grupo verde e amarelo. Como as irmãs disputaram a primeira etapa da competição, em Campinas (SP), onde o Brasil venceu os três jogos contra, respectivamente, Polônia, Rússia e Estados Unidos, Claudinha será a única estreante na segunda etapa.

A levantadora garante estar tranquila e animada com a oportunidade e confiança da comissão técnica.

“Estou muito empolgada desde o primeiro momento que cheguei aqui. É muito bom trabalhar com essa equipe. É uma experiência única e tento aproveitar cada momento. Ainda não estreei e estou um pouco ansiosa, mas tenho tudo para estrear bem, ainda mais pelo apoio das meninas e da comissão técnica. Vou lutar para fazer o meu melhor, não importa se for um saque ou uma inversão”, garantiu a levantadora.

Só nesse ano, a jogadora já participou das conquistas dos torneios de Montreux e Alassio. Além desses títulos, a atleta tem no currículo duas medalhas – prata em 2011, e bronze em 2012 – com a seleção brasileira feminina de novas na Copa Yeltsin. Para Claudinha, as competições pela seleção de novas tiveram uma grande importância na sua carreira.

“A seleção de novas foi muito importante. De um ano para o outro minha responsabilidade aumentou. Do primeiro ano para o segundo, joguei mais e participei das partidas. A seleção de novos me deu muita bagagem. Busco sempre a evolução, tanto nos treinos como nos jogos. Tento fazer o que a comissão técnica me pede. Acredito que é esse o caminho que preciso seguir. Observo muito as jogadoras experientes treinando. Isso é fundamental”, analisou Claudinha.

Sobre a transferência nesta temporada para o Vôlei Amil (SP), equipe considerada uma das favoritas para o título da próxima Superliga, a jogadora vê isso como um desafio importante na carreira.

“Quando recebi a proposta, nem acreditei. Fiquei muito feliz. Eles estão acreditando no meu trabalho. Treinar com o Zé Roberto é mais um passo na minha carreira. Acredito que minha responsabilidade vai aumentar, mas estou disposta e focada nos meus objetivos. Na verdade, quero essa responsabilidade”, finalizou a jogadora.




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