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Sunday 9 August 2020
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Clubes se reúnem e CBV oficializa novas regras para o ranking da próxima Superliga Feminina

 

Uma reunião com oito dos 10 representantes dos clubes classificados para a Superliga Feminina de Vôlei 2017/2018, além do vice-presidente da Comissão de Atletas, eleito pelos próprios jogadores, Gilmar Teixeira (Kid), definiu, na última terça-feira (14/03), em São Paulo (SP), novas diretrizes para o ranking que será utilizado na próxima temporada. Por votação dos clubes, ficou definido que as únicas limitações para a próxima edição da Superliga é que cada equipe poderá ter até duas jogadoras de sete pontos e duas estrangerias.

 

As demais jogadoras, com pontuação entre zero e seis, estarão liberadas. Também por opção dos clubes presentes – Vôlei Nestlé (SP), Dentil/Praia Clube (MG), Fluminense (RJ), Rexona-Sesc (RJ), Camponesa/Minas (MG), Genter Vôlei Bauru (SP), Pinheiros (SP) e São Cristóvão Saúde/São Caetano (SP) – a nova regra estará em prática apenas por um ano, como uma forma de teste. Caso seja aprovada pelos clubes, será mantida na temporada seguinte.

 

O ranking oficial foi implantado na temporada 92/93, com o objetivo de gerar equilíbrio entre os times participantes da competição, com limite na pontuação geral para a formação de seus elencos. Desta vez, apenas as atletas que valem sete pontos, a pontuação máxima, serão ranqueadas. Nove jogadoras se encontram nesta situação: Thaísa, Sheilla, Dani Lins, Fernanda Garay, Natália, Fabiana, Gabi, Tandara e Jaqueline.

 

A reunião com os representantes da Superliga Masculina será realizada no dia 24 deste mês.




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[…] Na última quarta-feira (20/03), a Confederação Brasileira de Vôlei comunicou mudanças no ranking da Superliga 2017/18, aprovadas em uma reunião, com oito dos 10 representantes dos clubes classificados para a competição, como se pode ler no link: Clubes se reúnem e CBV oficializa novas regras para o ranking da próxima Superliga Feminina […]

Nikola
Nikola
16/03/2017 19:43

Depois que o supertime do Sadia, treinado por Inaldo Manta com a Ana Moser, Cecilia Tait, Fernanda Venturini, Marcia Fu, Ida, Isabel, campeão invicto brasileiro, campeão mundial de clubes, um time realmente imbatível, a CBV decidiu fazer o ranqueamento para equilibrar as forças entre os times nacionais.

Porém parece não estar fazendo mais efeito, pois o time do Rexona e Sada vencem seguidamente a SL. Precisavam reinventar o equilíbrio de jogadoras entre os clubes, vamos ver se terá melhoria. Acredito que vai melhorar…

Juarez
Juarez
17/03/2017 12:28
Reply to  Nikola

O problema todo não acho que seja pontuação, é grana pra bancar jogadoras com pontuação alta. que são muito caras, o que esta desequilibrado no Brasil é a falta de investimento financeiro, a TV fazendo pouco caso dos patrocinadores, divulgação fraca pela TV aberta e fechada, precisam descentralizar a transmissão (transmite quem quiser), só que CBV deve receber um suborno legal, então esta pouco se importando, desde que eles recebam o deles, o resto que se dane, sem verba, só uns 2 ou 3 times no máximo, consegue ter como bancar essas jogadoras. Os outros ficam para trás, ai o… Ler mais »

Nikola
Nikola
17/03/2017 20:45
Reply to  Juarez

Juarez, também tem, a crise : dolar em alta faz o mercado estrangeiro torna-se atratativo. Os brasileiros, muito bem visto lá fora, ganham o dobro do que ganhariam no Brasil..

Se até atletas de segundo escalão estão jogando em ligas obscuras, como Espanha, Grécia, Indonesia, Eslovenia, por causa da alta do dolar, o que não falar das selecionáveis como Mauricio Borges, Chupita, Natalia, Thaisa, Garay. JP Bravo, Vissoto, Marlon etc

Hermes Correia
Hermes Correia
16/03/2017 15:43

O ideal seria permitir 03 jogadoras c/07 pontos. Assim algumas poderiam ser repatriadas. O único ponto positivo das alterações foi não ranquear jogadoras abaixo de sete.

Glaucia
Glaucia
15/03/2017 22:29

Duvido que apareçam novas equipes! Entrara a do Ze no mercado e sairá Valinhos. E quem garante que tenhamos novas equipes se todas precisam passar pela liga B

Qtos patrocinadores fortes criarao equipes?

Td continuara entre osasco, minas, rio e praia … Bauru se investir dinheiro em Ryvera…senhor….

Fabio
Fabio
16/03/2017 08:52
Reply to  Glaucia

Parece que terá a Taça Prata pra definir a última vaga. Quem sabe o time da Pirv se fortaleça ou mesmo o Sesi volte a investir pesado no feminino…

Fabio
Fabio
15/03/2017 21:05

Quantas Helô, Paula Borgo, Carla terão na próxima Superliga que vão atuar pouco por ter melhor opção no time?

Fabio
Fabio
15/03/2017 20:53

Quantos times de jogadoras infanto e juvenil (como foi o Sesi no feminino) terão na próxima temporada? A liberação do ranking só vai beneficiar um time. Apenas Osasco teve duas jogadoras com pontuação máxima nesta temporada. O problema não era o ranking. Ou seja, vai tudo continuar como antes….

GLAUCIA
GLAUCIA
15/03/2017 19:49

O volei brasileiro já foi exemplo … voltam as super potencias esportivas (verdadeiras seleções) e o torneio volta a ter dois blocos: os 4 que disputam e os outros que cumprem tabela… e aqueles que… RIO DO SUL – SANCA – VALINHOS – PINHEIROS – e por aí vai que só revelam talentos!!

Vamos que vamos

Lucas
Lucas
15/03/2017 18:32

Alguém me explica direito?

Vôlei top
Vôlei top
15/03/2017 20:30
Reply to  Lucas

Os times só sofrem limitações na quantidade de jogadoras com 7 pontos: Só 2 por equipe, e também em estrangeiros: 2 também por equipe. As jogadoras que não tem pontuação 7 podem ir para qualquer equipe, não tem mais limite de pontuação por equipe.

TITANIC 100 ANOS
TITANIC 100 ANOS
15/03/2017 17:49

o que será que a cbv vai modificar esse ano no ranking masculino pra “tentar” prejudicar a formação do cruzeiro pra beneficiar o timeco do sesi???????? aguardem cenas dos próximos capítulos…..

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