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Saturday 19 September 2020
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Com experiência internacional, Brait e Adenízia conduzem Sollys/Nestlé no Mundial

 11/10/11 – Sem quatro atletas que estão servindo a Seleção Brasileira que disputa os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, o Sollys/Nestlé participa do Campeonato Mundial de Clubes, em Doha, no Qatar, com uma equipe repleta de jovens. As mais experientes são a levantadora Karine, com 31 anos, e a ponteira Jú Costa, com 29. Entretanto, a líbero Camila Brait, 22, e a central Adenízia, 24, são as jogadoras com maior experiência internacional, já que estão presentes com frequência nas últimas listas de convocadas pelo técnico José Roberto Guimarães, como aconteceu no Campeonato Mundial de 2010, quando o Brasil foi vice-campeão. 

 
Tanto Brait quanto Adenízia carregam a responsabilidade de conduzir o Sollys/Nestlé na competição e encaram com naturalidade. “É uma responsabilidade boa poder estar ajudando, principalmente, as meninas novas, como a Samara, a Bia e a Larissa, que são meninas que estão começando agora. Eu divido essa responsabilidade com a Ade, a Karine e a Jú e procuramos passar confiança e tranqüilidade para elas”, disse Brait. “É uma responsabilidade enorme já que são meninas que futuramente estarão ocupando tanto o meu lugar quanto o da Fabiana, o da Thaisa e o da Juciely. Então sempre estou me policiando para fazer a coisa certa e falar coisas boas para elas se motivarem ainda mais. Fico feliz e tento ajudar da melhor maneira possível”, declarou Adenízia.
 
 
Dentro de quadra o trabalho das duas se resume a deixar as novatas mais a vontade.  “Eu tento passar o que as jogadoras mais experientes passaram para mim. É importante tirar a responsabilidade e passar tranquilidade para que atuem soltas e possam fazer o melhor”, comentou Adenízia. Já Brait destacou a importância que possuem nos períodos complicados dos jogos.  “O momento de dar uma força em quadra ocorre quando as coisas não estão dando certo. Ai eu chego para elas dizendo ‘pode deixar que pego essa bola para você atacar’. Isso é importante naquele momento em que parece que está tudo perdido e você dá uma palavra de tranquilidade e confiança. Isso acaba dando um conforto para as mais novas”.
 
Além do trabalho coletivo em quadra, esse grupo do Sollys/Nestlé mostra uma grande união fora de quadra. Nos momentos de lazer, as atletas estão sempre juntas e aproveitam para conhecerem um pouco mais de Doha. “No ano passado só vieram eu, a Ade e a Samara. Então todas elas ficam perguntando os lugares que podemos conhecer. Eu as levei em lugares que tínhamos ido no ano passado e também conheci novos lugares. Acho bem legal essa troca de informações que acaba ajudando bastante fora da quadra”, relatou Brait. 
 
Adenízia comenta que já levaram as mais jovens aos shoppings de Doha, a pontos históricos da cidade e também para conhecerem lugares que visitou em 2010. Além disso, ressaltou a união do grupo. “Aqui é uma ajudando a outra. Nós ajudamos dando dicas de lojas mais baratas e de lugares que valem a pena conhecer. Fora de quadra também está sendo importantíssimo porque esse grupo tem um diferencial. Para mim é um dos melhores grupos que estou trabalhando, isso se não for o melhor”, afirmou a meio-de-rede do Sollys/Nestlé. Após a vitória sobre o Chang, da Tailândia, na primeira rodada, o Sollys define vaga na semifinal diante do Rabita Baku, do Azerbaijão, nesta quarta-feira, às 9h (horário de Brasília).  
 



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