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Wednesday 30 September 2020
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Com Priscila Souza, Rio do Sul volta com força total

Foto: Clóvis Eduardo Cuco/Rio do Sul

Começar o ano de 2013 na nona colocação na Superliga Feminina deixou o time Rio do Sul/Equibrasil com ainda mais vontade de melhorar em quadra e buscar vitórias para dar mais alegrias ao torcedor. A partida contra o Banana Boat/Praia Clube em Uberlândia (MG) na próxima sexta-feira (11) pela última rodada do turno poderá ter o retorno da ponta Priscila ao time após quase dois meses de recuperação de lesão na panturrilha direita.

A jogadora fará exames na próxima segunda-feira para avaliar a possibilidade de sua volta aos treinos e jogos. Ela está desde o final dos Jogos Abertos de Santa Catarina na primeira quinzena de novembro se recuperando e desde então está realizando fisioterapia. “O retorno da Priscila poderá aumentar nossa força no ataque. Ela foi uma jogadora muito importante na conquista dos jogos abertos e do campeonato catarinense do ano passado e deve melhorar ainda mais a nossa participação no segundo turno”, avalia o treinador Rogério Portela.

Já a atleta mal vê a hora de voltar a jogar e fica muito chateada de ver treinos e jogos do lado de fora quase o turno todo da Superliga. “Não sinto mais dores e agora só quero a confirmação da equipe médica para voltar a treinar com minhas companheiras e fazer o meu papel dentro de quadra”, salienta Priscila.

Mas nem tudo é otimismo em Rio do Sul. A derrota diante do Pinheiros na oitava rodada ainda em 2012 não foi muito bem aceita pelo treinador Portela. O grande número de erros, desatenção em lances fáceis ou contra-ataques facilitaram a vitória do time paulista no tie-break.

“Jogávamos em casa e podíamos vencer, mas foi por pouco. São pontos que a gente não pode desperdiçar e muito menos contra equipes que brigam diretamente com a gente por um lugar entre os oito primeiros”.

Para que isso não se repita, o treinador intensificou os treinamentos no período de festas e já voltou a treinar no dia 3 de janeiro. Defesa, bloqueio, contra-ataques e o saque foram os quesitos que o treinador mais pressiona as jogadoras por melhorias. “Nós temos que acreditar em cada bola. Não custa pular mais, se esforçar mais um pouco quando nós dependemos dessa vontade coletiva. Cada jogada acertada pode render um ponto e que pode ser decisivo para um set. Foi o que não ocorreu no último jogo e nós temos de melhorar isso”.

 




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