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Sunday 25 October 2020
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Com quarteto de peso, Brasil mostra força com suas centrais

Foto: Vicente Condorelli/CBV

Adenízia, Carol Gattaz, Fabiana e Walewska serão as quatro centrais da seleção brasileira feminina de vôlei na disputa da Copa dos Campeões, de 12 a 17 de novembro, nas cidades de Nagoya e Tóquio, no Japão. Com alturas que variam de 1,87m e 1,94m e muitos títulos na bagagem, as jogadoras representam uma geração de atletas altas e talentosas que trouxeram muitas alegrias para o torcedor brasileiro.

Na última edição do Grand Prix, em setembro deste ano, o Brasil ficou com o título e a central Thaísa acabou eleita a melhor jogadora da competição e ainda levou para casa o prêmio de melhor bloqueadora. O resultado comprovou a importância de jogadoras dessa posição para o esquema de jogo verde e amarelo. Com a contusão de Thaísa e de Juciely, o treinador José Roberto Guimarães convocou duas atletas com história na seleção brasileira e também com mais de 1,90, as centrais Walewska e Carol Gattaz.

A capitã e central Fabiana acredita que a altura é importante para a posição de meio de rede no voleibol mundial. Para a atacante, o Brasil precisa continuar formando jogadoras altas nesta posição.

“Temos uma geração de atletas altas como a Thaisa, a Carol e a Walewska. Também precisamos continuar buscando jogadoras com essa estatura para o futuro. Todas as equipes do mundo têm centrais altas. Hoje, é uma tendência mundial”, disse Fabiana.

A bicampeã olímpica Fabiana também comentou sobre a expectativa do time verde e amarelo para a Copa dos Campeões.

“A motivação é grande. Estamos com uma grande expectativa. Temos totais condições de buscar mais esse título para o Brasil. Sabemos que teremos uma competição complicada. Vamos enfrentar equipes fortes como os Estados Unidos e a Rússia. Serão grandes jogos e queremos sair daqui com mais uma vitória”, garantiu a capitã.

Feliz por retornar ao grupo brasileiro, depois de uma ausência de cinco anos, a central Walewska vê o Brasil bem servido na sua posição. No entanto, a campeã olímpica lembrou de uma geração onde a altura não era tão determinante.

“Temos uma geração de centrais muito altas. Já a anterior, apesar de não ter a nossa estatura, contava com atletas muito habilidosas que precisavam receber o saque, como a Ida, Ana Paula e Ana Flávia. Esse fator era muito interessante. Hoje, a altura está sendo determinante. Na minha opinião, o Brasil está bem servido nessa posição”, finalizou Walewska.

A Copa dos Campeões será disputada nas cidades de Nagoya e Tóquio, no Japão. O Brasil terá como adversários Estados Unidos, Tailândia, República Dominicana, Rússia e Japão. As brasileiras têm um título na competição, em 2005, e ficaram com a medalha de prata na última edição, em 2009. Neste ano, o time verde e amarelo disputou quatro competições – os Torneios de Montreux e Alassio, o Grand Prix e o Sul-Americano – e venceu todas.




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