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Tuesday 27 October 2020
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Como central, Dayse acerta retorno ao São Cristóvão Saúde/São Caetano

Foto: Osvaldo F./Contrapé

O São Cristóvão Saúde/São Caetano dá uma pequena pausa nas atividades entre 23/12 e 2/1 para as comemorações de fim de ano, mas será um descanso ativo – as jogadoras já receberam a planilha do programa físico que terão de cumprir na academia. E a equipe terá novidades para 2020: a chegada da experiente central Dayse, que estava nos Estados Unidos, e da jovem oposto Bruna, de 20 anos e 1,92 m, que veio de Taubaté e vai estrear na Superliga em seu primeiro ano como adulta.

Mas o clube faz neste sábado, às 19 horas, no ginásio José Correa, em Barueri (SP), com TV Cultura, a última partida do turno contra o São Paulo/Barueri. Dayse e Bruna não devem atuar.

Depois disso, o São Caetano retoma a disputa da Superliga Feminina de Vôlei com o objetivo de subir na tabela de pontuação e buscar vitórias, principalmente contra seus adversários diretos na competição, em janeiro. O primeiro jogo da tabela do returno será contra o Osasco Audax, dia 17/1, às 20 horas, no ginásio do Lauro Gomes, em São Caetano do Sul.

A central e ponta Dayse Cristine de Oliveira Figueiredo, de 35 anos, paraibana de João Pessoa, de 1,83 m, considera o São Cristóvão Saúde/São Caetano a sua “casa”. Já atuou pela equipe mais de uma vez, inclusive na temporada 2018/2019, e retorna ao time após uma breve passagem pelos Estados Unidos. “Eu vim para me tratar porque já estou habituada, me recuperei, conversamos e decidi voltar. Estou acostumada, é minha casa”, afirmou Dayse.

Já Bruna Moraes dos Santos, de 1,92 m, 20 anos, em seu primeiro ano como adulta – estava jogando na base de Taubaté nos últimos três anos -, está feliz com a possibilidade de atuar pela primeira vez na Superliga. “O fato de São Caetano ser uma vitrine influencia a escolha de eu vir para cá e também pelos bons técnicos, o Fernando Gomes e o Hairton Cabral. Quero ajudar o time e aprender ainda mais porque este será o meu primeiro ano como adulta. Como é um time novo, a gente vai levar muita bolada, mas sei que vai servir lá para a frente”, disse Bruna. Confessou que jogar a Superliga “é um sonho de criança”. “Minha mãe, Luciana, também está feliz por mim.”

Nascida em Santo André (SP), viveu em Itanhandu (MG), onde começou a atuar depois de sua saída do futebol – jogou por 8 anos antes de ir para o vôlei. Com 15 anos, a madrinha e o professor de educação física indicaram o vôlei e Bruna começou com o professor Torrada, num projeto da Prefeitura de Itanhandu. Foi chamada para jogar em Perdões, “com o professor Wagner. Eu não sabia nada, a minha base no vôlei foi com ele, antes de eu ir para Taubaté”.

Bruna é fã de Mari, que atuou na seleção brasileira. “Eu era pequena quando ela jogava, mas já li a história toda dela, dos Jogos Olímpicos de 2004, quando foi chamada de amarelão, e depois de 2008, quando ganhou o ouro. Eu gosto muito dela.”

Quando não está jogando gosta de ler, escrever e desenhar. Completou o ensino médio e fez um ano em Educação Física, curso universitário que pretende retomar.




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