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Friday 30 October 2020
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Contrato de CBV com Ministério do Esporte é colocado sob suspeita

Nome de Ary Graça está, de novo, envolvido em uma denúncia de corrupção

Nome de Ary Graça está, de novo, envolvido em uma denúncia de corrupção

Meses após diversas denúncias de irregularidades no patrocínio entre a CBV (Confederação Brasileira de Vôlei) e o Banco do Brasil, que culminou na suspensão temporária e em mudanças no acordo, o jornalista Lúcio de Castro apresentou nesta sexta-feira (27) um novo caso de possível mau uso de recursos públicos por parte da entidade durante a gestão de Ary Graça, atualmente comandando a FIVB.

Desta vez, o profissional da “ESPN Brasil” mostra que um convênio entre CBV e o Ministério do Esporte destinado à realização do Campeonato Brasileiro de Seleções Estaduais de Voleibol em 2013 continha irregularidades. Para a produção e organização das etapas, por exemplo, todas as empresas participantes na licitação possuíam como executivos pessoas de alguma maneira ligadas à CBV. Entre elas, está uma sobrinha de Ary Graça.

Isso, porém, é proibido por Lei, visto que pode ser usado como uma artimanha para superfaturar preços. Para piorar, todas essas cinco firmas foram constituídas em um prazo de três meses em 2010, aumentando as suspeitas. E tem mais: três das empresas mencionadas têm como contador Carlos Manuel Duarte Abreu, profissional cujo nome também estava envolvido no escândalo da CBV com o Banco do Brasil.

Para entender o caso por completo e ver a defesa dos envolvidos, clique aqui e acesse a reportagem de Lúcio de Castro.

Segundo o jornalista, a Controladoria Geral da União (CGU) deve apresentar em breve um relatório destrinchando as relações financeiras entre a CBV e o Ministério do Esporte, o que pode causar mais abalos nos bastidores do voleibol brasileiro.




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