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Thursday 1 October 2020
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De passagem pelo Brasil, Joycinha confirma permanência na Coréia e diz: “não é fácil jogar lá não”

Foto: Divulgação

Na última sexta-feira (11/04), uma presença ilustre acompanhou a primeira semifinal da Superliga feminina entre Osasco e Sesi. Ex-Jogadora da Unilever, do Vôlei Futuro e da seleção brasileira, Joycinha aproveitou sua folga para prestigiar e rever amigas.

Nos corredores do ginásio, o Melhor do Vôlei falou com a jogadora, que mesmo indo para o terceiro ano fora do Brasil, segue como uma das mais queridas do torcedor por aqui.

Joycinha disse que sua adaptação ao vôlei da Russia e da Coréia foi fácil, apesar das grandes diferenças culturais. “Na Coréia, o primeiro ano foi um pouco dificil, mas consegui me adaptar rápido. Na Rússia tinha a Fofinha, outra brasileira, que falava um pouco de russo e consegui me adaptar bem também. Fiquei entre as cinco maiores pontuadoras do campeonato russo e agora na Coréia fui com a bagagem aqui do Brasil e da Rússia e foi muito legal. Meu time tinha ficado em último no ano passado e neste ano ficou em terceiro e nunca tinha conseguido essa posição e terminei o campeonato como maior pontuadora”, destaca.

Quem acompanha o nosso site, tem visto corriqueiramente notícias de estrangeiras marcando 40 e até mais de 50 pontos em jogos da Liga Coreana. Quem observa assim, acha que jogar lá é fácil, mas Joycinha, diz o contrário.

“As estrangeiras lá são bem acionadas, pois é a jogadora que a levantadora tem mais confiança. A gente acaba sendo bastante acionada durante o jogo e a gente tem que fazer a nossa parte. Parece que é fácil jogar na Coréia, mas não é. Elas não são tão altas, mas defendem muito bem. Não bloqueiam muito, mas tocam no bloqueio e é dificil. E como elas sabem que a maioria das bolas vai para as estrangeiras  ficamos muito marcadas, mas sempre damos um jeitinho”, completou Joycinha.

A única notícia triste fica para o torcedor que gostaria de vê-la por aqui na próxima temporada. Joycinha ainda tem mais um ano de contrato na Coréia, e por enquanto, fica por lá. “Vou continuar na Coreia. Tenho contrato de dois anos e agora em agosto eu volto para lá”.




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