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Friday 30 October 2020
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De passagem pelo Brasil, Kwiek prestigia jogo da Superliga

Foto: Divulgação/Agência Classe A

De folga no Brasil, o treinador da Rep. Dominicana Marcos Kwiek prestigiou nesta terça-feira (23/10) a partida entre Pinheiros e Banana Boat/Praia Clube pela Superliga.  Após a partida, Kwiek falou sobre a sua seleção e disse estar muito contente com a participação na Copa dos Campeões.

“Foi muito legal receber o convite. Não foi inesperado, pois pelo regulamento, sabíamos que estávamos aptos para recebê-lo. Participamos da última em 2009. É uma competição legal, de tiro curto. Algumas jogadoras minhas já estão nos clubes, é complicado, mas tenho uma base já trabalhando em Santo Domingo e estamos a todo o vapor na preparação”.

Sobre a temporada, o treinador avaliou como positivo o primeiro ano do ciclo olímpico para 2016 e projetou os objetivos do time. “Essa foi uma temporada interessante para nós. Foi o primeiro ano do novo ciclo. Passamos quatro anos construindo uma base, nossa ideia era fazer as jogadoras crescerem individualmente e fizemos de tudo para as jogadoras saírem do país para jogar em ligas grandes e aprenderem para que elas ganhassem tecnicamente. No segundo ciclo, a ideia é começar a crescer como equipe. Temos um crescimento bom individual e agora é crescer como equipe. Então, para o primeiro ano foi bom, pois fomos terceiro em Montreux, terceiro na Yeltsin com uma equipe renovada. Jogamos bem o Grand Prix e o continental, então foi muito positivo no crescimento como equipe. É um processo lento, vai demandar mais tempo e agora temos que fazer as jogadoras encaixar no coletivo.”

Treinador também do time sub-23, Marcos disse que ficou satisfeito com o resultado no Mundial do México. “A equipe sub-23, a base é a mesma equipe campeã juvenil. Então é uma equipe com bastante experiência internacional. Isso ajudou muito e isso fez uma diferença. Nosso objetivo era classificar em primeiro do grupo, depois sabíamos que a semifinal seria um jogo difícil. A preparação não foi a ideal, pois tivemos apenas 10 dias, mas foi um torneio muito legal. A China mereceu, jogamos muito mau a final e ficamos contentes com a prata.”

Por fim, o treinador disse que além da folga, aproveita a passagem pelo Brasil para aprender mais com uma das referências do vôlei de alto nível. “Eu sempre que tenho a oportunidade quando venho ao Brasil, eu gosto de ver jogo, de ver treino, porque a referência que eu tenho de voleibol de alto nível é o Brasil. Então sempre que possível eu venho ver como estão as coisas porque o nível no Brasil é muito bom. É muito legal ver o Pinheiros jogando como equipe, sem ter nenhuma jogadora excepcional e surpreendendo. O Brasil é legal por isso, você vai para um jogo sem saber o que vai acontecer. Todos os jogos são bem disputados e para mim é sempre interessante ver jogos pois você acaba aprendendo bastante.”

 




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