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Tuesday 22 September 2020
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Destaque na reta final da UFJF, central Lucão projeta futuro e volta à seleção

Fotos: Divulgação

Quando iniciou a temporada 2013/2014, Lucas Vitor Rangel, o Lucão, era uma das promessas e esperanças da UFJF para chegar aos playoffs. Central com passegem pelas seleções brasileiras de base, o jogador viu uma contusão atrapalhar a sua temporada. Mesmo voltando no final e participando como destaque das últimas quatro vitórias do time, a tão sonhada vaga aos playoffs para a UFJF não veio.

Mesmo com as dificuldades, Lucão fez um balanço positivo do ano. “Quando retornei a UFJF , depois de servir a seleção de novos, após um mês eu tive uma lesão de fratura por estresse. Eles estipularam que eu ficaria aproximadamente um ano afastado, mas procurei outros meios de tratamento e voltei a treinar no fim de janeiro. Não estava 100% ainda, mas, eu junto com o fisioterapeuta e preparador físico, fomos balanceando os treinamentos para que eu aguentasse jogar. No jogo contra o Minas, que foi o jogo da arrancada, eu joguei muito pouco, mas já estava em quadra e logo fui reconquistando minha posição e em 7 jogos ganhamos 6. No último ganhei o Viva Vôlei. Me senti muito abençoado e fiquei muito feliz em ter ajudado a equipe, já que não vivíamos em um momento muito bom, com muitas derrotas e poucas vitorias. Tanto que de um time sem esperanças, com a minha volta e  a sensibilidade de todos, jogamos a ultima rodada com chances de classificação e passou por um fio”.

Sobre sua carreira. Lucão conta que foi Talmo de Oliveira, o primeiro treinador a lhe dar uma oportunidade em time adulto após ser desenganado para o vôlei em uma pré-seleção.

“Eu comecei a jogar aos 15 anos e aos 16, com apoio do meu pai em motivação e financeiramente, fui para Mauá, onde aprendi tudo praticamente. Aos 17, fui para a seleção juvenil para uma pré-seletiva e não me aceitaram. Falaram que eu nunca jogaria volei com a passada trocada que eu tinha e em 2009 fui para o Sada. Peguei seleção mineira e o Talmo, atual técnico do Sesi, me levou para treinar com o adulto. Jogando em Itabira, eu era como um amuleto. Em todos os jogos em Itabira, já com o Marcelo Mendez, viajam 12 jogadores mais eu e nesses 3 anos de Sada eu aprendi muito, apesar das poucas oportunidades de jogar.”

Sobre sua passagem na UFJF, Lucão diz que fez uma boa escolha. “Decidi ir para uma equipe em que eu teria mais chances de jogar e lutei muito pelo meu espaço, com grandes jogadores lá em Juiz de Fora e acabei jogando muitos jogos e fui bem, sendo convocado para a seleção.”

Agora, Lucão, que ainda não sabe qual time vai defender, espera seguir atuando com a mesma determinação que o levou à seleção.

“Acredito que eu poderia ter ajudado bastante o time nesse ano, mas infelizmente Deus quis que fosse assim. Agora já estou bem e esperando para ver o que vai acontecer daqui pra frente. Espero continuar defendendo nosso país e defender algum clube como sempre faço, com muita raça e determinação.”

 

 




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