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Tuesday 24 November 2020
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“É totalmente diferente”, diz Leila sobre a carreira de dirigente

Foto: Divulgação/Brasília Vôlei

Durante a apresentação da Superliga 2013/2014, uma das mais felizes com o momento era Leila. Jogadora de sucesso no final dos anos 90 e começo dos anos 2000, a agora dirigente do Brasília Vôlei radiava alegria em seus olhos poe mais um passo concretizado em seu sonho de montar um time em Brasília, sua terra natal.

Com muita simpatia, Leila atendia individualmente ou em grupo todos os jornalistas que a requisitavam. Por muitas vezes, chegou a fazer uma pausa em seu almoço para responder as perguntas da imprensa.

E com a simpatia que conquistou fãs no muito inteiro, Leila falou também com o Melhor do Vôlei sobre essa nova fase em sua vida e carreira. Confira o que disse a eterna “Musa das quadras”.

Nova vida como dirigente

“Tá sendo muito diferente essa vida de dirigente, porque era um meio que eu não dominava, não tinha estudo. As pessoas que estão envolvidas no projeto estão sendo muito generosas comigo, pois sabem que eu quero aprender e para mim fica mais fácil. O que encurta esse processo é a minha motivação em querer aprender. Estou muito motivada. Fui obrigada a pular etapas e hoje amadureci muito.  Eu compreendo melhor a estrutura do vôlei. Os atletas são as estrelas, mas a galera que tá por trás rala muito. Minha admiração por essas pessoas aumento muito”.

Objetivos do Brasília Vôlei

“Temos uma equipe que é bastante experiente, com jogadoras que já jogaram olimpíadas e que pode surpreender. Não posso dizer que vamos chegar a uma final, mas sonhamos em dar trabalho. Entramos não só para figurar e participar. Queremos fazer de Brasília um destaque no cenário como fez o time de basquete. Temos que melhorar a estrutura, o plantel pode ser reforçado e temos consciência disso. Mas sabemos que temos experiência e bagagem para coisas melhores.”

As mudanças na regra do jogo

“São mudanças importantes para o status que o esporte alcançou. É claro que qualquer mudança a gente tem resistência, Sempre foi assim e tudo isso exigiu das pessoas compreensão e aceitação. É só no dia a dia e na prática que vamos ver se isso vai funcionar, mas deixaram bem claro que é flexível e que pode mudar, e para mim, todas as mudanças ajudaram sim o esporte”.

 




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