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Friday 25 September 2020
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Em busca de apoio da prefeitura, torcedores criam abaixo assinado para a volta de Brusque

Foto: Divulgação

Maurício Thomas, ex-técnico de Brusque, é um dos apoiadores da iniciativa

Nos últimos dias, o vôlei brasileiro foi pego de surpresa com o fim da equipe do Vôlei Amil, de Campinas. Esse não foi o primeiro, e muito provavelmente, não será o o último caso de time que chega e do dia para a noite tem seu fim anunciado.

Em contra-partida, algumas pessoas começam a se movimentar no sentido de criar novas equipes para a disputa dos principais campeonatos do país. Após ver o time da cidade disputar a Superliga Feminina entre 2002 e 2011, os torcedores de Brusque iniciaram uma campanha para ver de volta o time da cidade na principal competição do Brasil.

Na internet, um grupo de pessoas criou um abaixo assinado buscando mostrar à prefeitura da cidade e a iniciativa privada que o vôlei feminino profissional tem apoio da população e pode trazer grandes benefícios a todos.

Mauricio Thomas, que já treinou Brusque e hoje aguarda a definição da continuação ou não do projeto do Barueri Vôlei é um dos apoiadores da ideia. 

Veja abaixo o texto do abaixo assinado e o link, caso você queira contribuir com sua assinatura para a volta do Brusque ao vôlei profissional.

Volta da equipe de Brusque na Superliga Feminina de Voleibol – Temporada 2014/2015

Para: Prefeitura Municipal de Brusque, Fundação Municipal de Esporte – FME, Secretaria de Estado Turismo, Cultura e Esporte, Empresarios de Brusque

Nos últimos tempos temos visto equipes de vôlei no estado serem extintas após o fim das temporadas da Superliga. A perda de patrocinador não é nenhuma novidade para os clubes de vôlei brasileiros, mas tem se tornado um dos maiores problemas para a continuidade do esporte e uma ameaça ao seu futuro. 

As torcidas das cidades que abrigam as equipes têm se envolvido cada vez mais com o esporte, adotando e abraçando seus times. Contudo, com os recorrentes episódios de extinção de várias equipes e diante dessa frequente ameaça ao fim de cada temporada, cada vez mais se pode observar a revolta destas torcidas e seus atletas que se tornam órfãos do vôlei. 

O mais recente no nosso estado é a equipe da CIMED – Florianópolis, que conquistou varias vezes o titulo da Superliga e a Brasil Telecom de Brusque que teve recorde de publico em todas edições que participou. Um projeto vitorioso e que conquistou tantos fãs. Brusque não deseja o fim do vôlei na cidade, assim como de qualquer outra equipe do cenário nacional. 

Os torcedores do vôlei, cansados das constantes saídas e trocas de empresas no esporte, lançam um apelo, que vêm de encontro ao que defende o movimento “Unidos pelo Voleibol”, liderado por atletas deste esporte, um dos mais vitoriosos do país. 

Assim defendendo: 

1- Repasse das cotas de televisão para os clubes, e não somente para a CBV, de forma a gerar uma outra fonte de receita para os clubes e permitir sua estabilidade. 

2- Aumento do espaço de exposição dos patrocinadores nas placas de publicidade, de forma a melhorar a condição financeira das equipes, uma vez que se possibilita maior exposição dos patrocinadores e retorno de mídia. 

3- Um novo formato para a Superliga, aumentando o período de disputa da liga de quatro para sete meses, com as equipes jogando uma vez por semana ao invés de duas, como é atualmente. 

4- Criação de uma Copa do Brasil paralela à Superliga e disputada em jogos eliminatórios. 

5- Criação do Jogo das Estrelas, assim como acontece no NBB. 

6- Proporcionar maior visibilidade do vôlei através da ampliação das transmissões de jogos em diversos canais de TV aberta ou paga. 

Pelo bem nosso vôlei! 




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