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Tuesday 27 October 2020
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Entre cochilos e sustos, Brasil supera o Japão

Crédito: Divulgação/CBV

Crédito: Divulgação/CBV

 

Seleção Brasileira feminina precisou de cinco sets para vencer a Seleção Japonesa, neste sábado, em Campinas. Com parciais de 25-18, 25-22 14-25, 26-28, 15-12, O técnico José Roberto Guimarães mostrou a intenção de manter o time que entrou como titular em quadra o máximo de tempo possível. O próximo jogo entre as duas equipes é na manhã do domingo, às 11h, também em Campinas. Depois, dia 18, quinta-feira, os times voltam a se enfrentar, no Rio de Janeiro, de portões fechados.

 

O Brasil entrou em quadra apenas com a levantadora titular e a líbero reserva do time que foi terceiro lugar no campeonato mundial da Itália. Além de Dani Lins e Léia, Bárbara e Angélica foram escaladas para o meio de rede, Joycinha pela saída e Mari Paraíba e Suelle pela entrada de rede. Macris, Rosamaria, Adenízia e Ellen também entraram em quadra no decorrer do jogo – Adenízia, reserva no mundial, terminou a partida no lugar de Angélica.

 

Com muitas oscilações do time, com alguns erros de passe e dificuldade no ataque, destacaram-se pela Seleção Brasileira as ponteiras Mari Paraíba e Suelle e a central Bárbara. Joycinha, depois de um bom primeiro set, teve queda de rendimento no decorrer da partida.

 

No primeiro set, o Brasil começou vacilante na recepção e permitiu que uma sequência de saques de Ishii deixasse o jogo em 5 a 1. Quando o ataque conseguiu entrar em ação, no entanto, a Seleção Brasileira tomou as rédeas do set e fechou sem muita dificuldade.

 

Para o segundo set, o Japão mudou de levantadora, com a entrada de Koga, titular do time no vice-campeonato em Montreux, mas a dinâmica da partida mudou pouco. A entrada principal foi de Nagaoka, que se converteu na melhor jogadora da partida e passou, a partir do terceiro set, a realmente incomodar o sistema defensivo do Brasil.

 

Se na segunda parcial o Brasil teve 19-10, 21-15 e 24-19, e permitiu que o jogo chegasse a 24-22, no terceiro set, a sequência inicial do Japão foi avassaladora. Com Koto, outra levantadora, no saque e Nagaoka irresistível no contra-ataque, o Japão abriu a vantagem inacreditável de 11 a 0 e manteve essa vantagem até o encerramento do set.

 

O quarto set dava a impressão de que seria o derradeiro da partida. O Japão cometia erros, a bola pela entrada de rede se mostrava mais segura para os levantamentos de Dani Lins e, de uma igualdade em 15 pontos, uma passagem de saque de Mari Paraíba deixou o jogo em 20 a 15. Mantidas as viradas de bola, o Brasil tinha 22 a 17 mas tomou 6 pontos a 1 e viu a vantagem acabar. A partir daí, o Japão ainda salvou um match point e levou o jogo para o tie break.

 

No quinto set, o Japão assinalou cinco ponto seguidos e abriu 7 a 4. A partir daí, o ataque brasileiro com as ponteiras funcionou. Suelle fez quatro pontos de ataque, Mari Paraíba, três, e o Brasil, num ace de Mari Paraíba, encerrou a conta em 15 a 12.




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