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Friday 30 July 2021
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Entrevista: Juciely fala sobre Superliga, Olimpíada e seu futuro na Seleção Brasileira

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Fotografia: Divulgação Rexona/Sesc

 

Com um inicio tardio e o desejo de abandonar precocemente o vôlei, a central Juciely, atleta do Rexona-Sesc e da Seleção Feminina de Vôlei, iniciou no esporte com 17 anos de idade e já vestindo a camisa de um time profissional. Jucy, como é conhecida pelos torcedores e companheiras de equipe, não teve a formação de base, tão importante para desenvolver e aperfeiçoar os fundamentos necessários para a prática da modalidade. Hoje, aos 35 anos de idade, é pentacampeã da Superliga pelo Rexona-Sesc, além de ter conquistado o prêmio de melhor bloqueadora no Grand Prix 2015.

 

Alegre e contagiante, a central conversou com o Melhor do Vôlei e revelou alguns momentos que marcaram a sua trajetória como atleta

 

“Posso dizer que o momento olímpico foi muito marcante na minha carreira. No entanto, tive muitos outros momentos importantes também e seria injusta de apontar este ou aquele, pois todos deixaram coisas muito boas dentro do meu coração e na minha carreira. Ano passado, em minha passagem pela seleção por exemplo, é uma coisa que vou levar para sempre. Conquistar o título individual de melhor bloqueio do Grand Prix me marcou muito. Defendendo o Rexona, algumas finais da Superliga, como a final da temporada 2012/2013 no Ibirapuera, onde vencemos Osasco por 3 sets a 2, também foi muito especial”.

 

Em sua sétima temporada defendendo o time comandado por Bernardinho, Juciely explica algumas modificações no elenco de alguns clubes, o fortalecimento da competição e as dificuldades que o Rexona-Sesc terá para conquistar mais um título.

 

“Este ano teremos um pouco mais de dificuldade, assim como nos outros anos também tivemos. Os outros times estão ficando um pouco mais equilibrados, tentaram se reforçar bastante, principalmente o Praia Clube, que chegou à final da ultima edição da Superliga e tem totais condições ganhar o título. Eles investiram muito mais para está próxima edição. Outros times também modificaram algumas peças, mas todos possuem o mesmo objetivo, que é ganhar”.

 

Questionada sobre sua participação na Olimpíada Rio 2016, a central revela grande lição que levará para sempre em sua trajetória como atleta.

 

“Minha maior lição na Olimpíada foi que eu acreditava e consegui participar da maior evento esportivo do mundo. Era um sonho antigo e em momentos de dificuldades contei com grandes pessoas ao meu lado que não permitiram que eu desmoronasse. É muito difícil fazer parte de um grupo olímpico, mas quando a gente acredita e busca nosso objetivo, de alguma forma a gente recebe alguma recompensa. Essa é uma das maiores lições que eu levo pra minha vida”.

 

Sobre a sua permanência na seleção, a atleta deixa futuro em aberto e destaca renovação no próximo ciclo.

 

“É uma coisa de cada vez. Ainda estou tentando digerir a saída tão precoce da Olimpíada e devagar vamos tentando amadurecer esta ideia. Acredito que será um novo ciclo, com novas atletas e haverá uma renovação certamente,  mas o futuro só a Deus pertence”.

 

 

Rodrigo Quizi

 

 

 

 




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Ruço de Russas

Zé Panela é um babacão mesmo, deveria ter posto a Thaisa no tie break, pois estava bem no bloqueio e com a altura que tem, poderia ao menos amortecer bolas da mutante chinesa. E duvido mt que ela errasse o saque que fez a China fazer 13×11, como fez a Juciely. Juciely é jogadora de superliga e pela seleção só dá pra jogar com japonesas e tailandesas. Fato!

RODOLPHO

Com a entrada da Jucy o Brasil pode sonhar com a vitória, porque a Thaisa não fez nada o jogo inteiro. Por que faria no Tie Break? Realmente, a Juciely não poderia ter errado o Saque, assim como a Sheilla. Mas não quer dizer que a Thaisa teria acertado. Nunca saberemos.
OBS: Ela errou o Saque no segundo set da Terceira partida entre Rexona x Osasco, no 24º ponto para as cariocas.

Ruço de Russas

Meu caro, certo que a Thaisa jogou abaixo, mas mesmo assim teve melhor aproveitamento que a Fabiana (ao menos nas estatísticas do jogo), se fosse pra substituir alguém teria que ser a Fabiana, que quase nos f*deu em Londres errando três ataques seguidos contra as russas, sendo salvos pela super Sheilla, quem não lembra.

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