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Monday 30 November 2020
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Especial: Liga Azeri, você conhece?

Por Edson Garcia

14/03/12 – No país que definitivamente entrou para o cenário do voleibol, veja o que há de comum entre a liga do Azerbeijão e a do Brasil. Iniciada em novembro de 2011, e com previsão de término em abril deste ano, a liga tem o formato igual ao da superliga no Brasil, disputado em turno e returno, com sete equipes participantes. Os playoffs, porém, são diferentes: classificam as cinco equipes melhores classificadas, que jogam todas entre si, em finais de semana. Em relação à pontuação, o país adota o formato antigo usado no Brasil, 2 pontos para vitória e 1 para derrota.

 

O número de estrangeiras permitidas é grande, são 10 por equipe, sendo necessária a presença de duas jogadoras Azeris relacionadas no jogo. Os brasileiros estão presentes por lá, em três equipes diferentes. Renata Colombo (Renatinha), Cibele Barboza e Alessandra Fratoni defendem o Baki Baku, que tem Ângelo como técnico. O Igtisadchi Baku conta com a levantadora Fernandinha e a ponteira Verônica Brito. Erika Coimbra também fez parte da equipe, até sua polêmica dispensa. E na sua segunda temporada na liga Azeri, Elisangela Paulino defende o Azerrail. Além das brasileiras, italianas, croatas, holandesas e americanas marcam presença por lá. 
 
A popularidade do esporte no país cresce a cada dia, com boa estrutura e investimento alto. O  curioso é que a não há competição masculina no país, segundo Renatinha. ”Diferente dos outros países, o público dos ginásios é formado em sua grande maioria por expectadores homens”, diz a jogadora. 
 
Questionada sobre o a experiência em novo solo, Renatinha afirma que a cultura é bem diferente. “Aprendemos um pouco a cada dia, mas com duas amigas brasileiras no time (Alessandra Fratoni e Cibele Barboza) não tem tempo ruim, é só alegria!”.
 

 




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