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Tuesday 1 December 2020
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Experiência e juventude a serviço do Brasil no Grand Prix

Foto: Divulgação/CBV

A líbero Fabi, de 33 anos, tem uma das carreiras mais vitoriosas do voleibol mundial. São duas medalhas de ouro olímpicas, quatro títulos do Grand Prix, um dos Jogos Pan-Americanos, seis títulos da Superliga, só para citar algumas das conquistas da jogadora. Hoje, no papel da atleta mais experiente da seleção brasileira feminina de vôlei, a bicampeã olímpica tem a responsabilidade de ser uma das líderes de um grupo renovado que estreia no Grand Prix às 19h desta sexta-feira (02/08), contra a Polônia, na Arena Amil, em Campinas (SP).

Ao seu lado, no grupo brasileiro, um dos jovens talentos do voleibol verde e amarelo, a ponteira Gabi, de 19 anos, vive a expectativa de disputar pela primeira vez a competição mundial em solo nacional. A atacante, que recentemente ficou com a medalha de bronze no Mundial Juvenil na República Tcheca, tem Fabi como uma referência. Juntas, as duas brilharam na conquista da Superliga 12/13 pela Unilever (RJ).

“Desde que comecei a jogar com a Fabi, me tornei fã dela. Ela é uma jogadora de muita garra, de espírito de vitória e conversa muito comigo. Está sendo muito importante jogar com ela na seleção, estou crescendo bastante”, garantiu Gabi, que está motivada com a possibilidade de jogar pela primeira vez em uma competição oficial pela seleção adulta dentro do Brasil.

“Essa é a minha segunda oportunidade de jogar o Grand Prix, mas vai ser a primeira vez em casa. Estou muito feliz. Temos que aproveitar o ginásio lotado e o calor da torcida brasileira. Vamos precisar do apoio deles, pois a nossa chave é uma das mais difíceis da competição, com times favoritos ao título. Estou preparada para mais esse desafio”, afirmou Gabi.

A juventude e dedicação nos treinamentos de Gabi mereceram elogios de uma das jogadoras mais vitoriosas do voleibol brasileiro.

“Tem uma característica na Gabi que me encanta muito. Ela é uma menina que está sempre sorrindo e feliz. A tranquilidade dela para a idade também é muito marcante. Isso é difícil em uma jogadora tão jovem. Já tive a oportunidade de jogar contra ela e, nesse ano, treinamos juntas na Unilever. Ela já é uma realidade e terá um grande futuro pela frente”, disse Fabi, que, mesmo com a experiência de muitos campeonatos na bagagem, garante ainda sentir a tensão natural de estrear em uma grande competição.

“Esse será meu 11º Grand Prix. E mesmo com todo esse tempo ainda tenho um frio na barriga antes de começar uma competição deste porte. Nesse ciclo olímpico, precisamos jogar o maior número de torneios dentro do Brasil, com o ginásio cheio. Essas partidas serão uma grande preparação para a Olimpíada do Rio, que é o nosso maior objetivo”, analisou a líbero bicampeã olímpica.




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