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Monday 21 September 2020
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Grand Prix 2017 – Destaques do Grupo K

Por Gustavo Aguiar

Ponteiras americanas são as melhores nas estatísticas de recepção (Foto: FIVB)

Começará nesta quarta (02) a fase final do Grand Prix 2017. Seis seleções são divididas em dois grupos: Brasil, China e Holanda no Grupo J e Sérvia, Estados Unidos e Itália no Grupo K.

A Sérvia é cabeça-de-chave do Grupo K e líder da competição na fase de classificação. A maior pontuadora do campeonato é a ponteira do time, Brankica Mihajlovic. Mihajlovic tem 153 pontos no campeonato, 136 ataques, 11 bloqueios e 6 aces. Referência para as levantadoras, é também a 5ª atacante mais eficiente do torneio com 44,75% de aproveitamento.

Vice-líderes da competição, os Estados Unidos se destacam mais pelo seu jogo de grupo do que por talentos individuais. Kelly Murphy, atacante de saída dos EUA, é a mais bem colocada no ranking dentre as compatriotas. A jogadora é a 6ª maior pontuadora com 133 pontos e quarta melor atacante com 44,16% de aproveitamento. A seleção tem as duas ponteiras, Kingdon e Bartsch, respectivamente com 3º e 4º lugares na lista geral de recepção.

A Itália joga com um dos grandes fenômenos do momento: Paola Egonu. A jovem atacante tem o melhor percentual de sucessos em ataques no torneio com 49%. Egonu é também a melhor sacadora, são 16 aces em 117 tentativas. Na pontuação geral é a segunda colocada, com 149 pontos, perdendo apenas para Mihajlovic. Além disso, a Itália tem a melhor passadora disparada da competição: Monika De Gennaro, com mais de 77% de aproveitamento.

Sérvia e Estados Unidos abrem os confrontos do Grupo K nesta quarta (02) e na quinta (03), os EUA voltam à quadra para enfrentar a Itália. A partida entre as duas maiores pontuadoras da competição acontecerá na sexta (04).




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Icaro

Aposto na Sérvia e Itália passando, não acho a equipe americana essas coisas não, uma equipe que de longe não está na tradição do volei norte-americano, agora pro ano que vem o papo muda até pq as veteranas devem voltar.

Talles

Não adianta ter talentos individuais se o grupo não funciona!
Não credencio essa seleção da Sérvia, mesmo com as titulares, como as favoritas. Boto fé mais no pragmatismo e força do conjunto norte-americano.

TITANIC 100 ANOS

TALLES eu sinceramente não vejo nada demais nessa seleção italiana. seleção amarelona que treme na base diante dos adversários. uma Egonu só não faz verão. talvez se hoje Piccinine, Lo Bianco, Del Core, Arriguetti, aquela central ( que só jogava maquiada e tinha cara de ruim) que não lembro o nome agora. se essas estivessem hoje mais novas e na seleção com egonu com certeza o caldo ia engrossar para as demais seleções.

TITANIC 100 ANOS

lembrei,,,,,,SIMONA GIOOLI

JUJU

Simona Gioli – poderosa

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