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Tuesday 14 July 2020
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Grand Prix: Natália e Sheilla alertam para as dificuldades que o Brasil pode encontrar contra a Tailândia

Crédito: Divulgação/FIVB

Crédito: Divulgação/FIVB

 

A seleção brasileira feminina de vôlei estreará na fase final do Grand Prix nesta quarta-feira (06/07). O Brasil jogará com a Tailândia, às 8h (Horário de Brasília), no Indoor Stadium, em Bangcoc, na Tailândia. O SporTV transmitirá ao vivo. O time verde e amarelo é o maior vencedor da história da competição, com 10 títulos, e na última edição ficou com a medalha de bronze.

 

A fase final será disputada de 6 a 10 de julho, pelas cinco equipes mais bem colocadas na etapa classificatória – Estados Unidos (1º), China (2º), Rússia (3º), Brasil (4º), Holanda (5º) – e a Tailândia, país sede. Os seis times foram divididos em dois grupos de três e jogarão entre si. As duas melhores equipes de cada grupo passarão para as semifinais. Brasil, Rússia e Tailândia formam o grupo K e Estados Unidos, China e Holanda estão no grupo J.

 

O Brasil terminou a fase de classificação, com sete vitórias e dois resultados negativos. Adversário do Brasil no primeiro jogo da etapa decisiva, a Tailândia – 10ª colocada – teve duas vitórias e sete derrotas. Brasileiras e tailandesas se enfrentaram 11 vezes na história do Grand Prix, com 11 resultados positivos da equipe do treinador José Roberto Guimarães. No último duelo entre os times no Grand Prix de 2015, a equipe verde e amarela venceu por 3 sets a 1.

 

Maior pontuadora do Brasil nesta edição do Grand Prix, com 101 pontos, a ponteira Natália chamou a atenção para o fato de a Tailândia contar com o apoio da torcida.

 

“Elas evoluíram nos últimos anos e vão estar em casa apoiadas por uma torcida apaixonada. É uma equipe que defende bastante e tem um fundo de quadra muito bom, além de jogar com velocidade. Vamos ter que entrar em quadra concentradas e focadas no nosso jogo”, afirmou Natália.

 

A oposta Sheilla comentou sobre a importância de começar a fase final com uma vitória.

 

“Na Tailândia os ginásio estão sempre lotados e os torcedores incentivam o tempo todo. Elas têm um jogo muito diferente do nosso, com muita velocidade. Será a nossa estreia na fase final e é muito importante fazermos um bom jogo para começarmos bem esse momento decisivo”, disse Sheilla.

 

No outro confronto desta quarta-feira, pelo grupo J, os Estados Unidos duelarão com a Holanda, às 5h (Horário de Brasília).




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alexandre
alexandre
05/07/2016 08:40

Claro que esse discurso das brasileiras é justificável, pela questão do respeito ao adversário. Mas o Brasil tem a obrigação de vencer e bem. Até o jogo contra a Russia, as brasileiras precisam vencer para ganhar confiança e mostrar que o trabalho está no caminho certo. Quanto ao time titular, o técnico que sabe quem ele vai colocar em quadra. Nós torcedores não acompanhamos os treinamentos, não sabemos do convívio das meninas, ou seja, cabe a nós torcer, independentemente, de quem estiver jogando.

Perlon
Perlon
05/07/2016 09:24
Reply to  alexandre

Perfeito, Alexandre!

Brundo Volochovos
Brundo Volochovos
05/07/2016 09:53
Reply to  alexandre

Concordo em partes, porém, sabemos que não é bem assim né? Ao contrário do Bernardinho, que mesmo com as “panelas” executa um trabalho de preparação e rodagem com o time, o Zé Roberto faz bem ao contrário, desde sempre ele usa e abusa das titulares, o time reserva quase nunca é testado (sempre foi assim), e algumas jogadoras que são convocadas nem mesmo entram em quadra. A derrota para a Sérvia, China e no Mundial de 2014 pros EUA, só demonstra o quão instável e metódico ele com o time, sempre esperando um milagre, isso sem contar 2012 que foi… Ler mais »

alexandre
alexandre
05/07/2016 11:36

Pode ser Bruno, mas um técnico que faz isso a 30 anos não vai mudar agora. Claro que ele não é perfeito, mesmo porque tem partidas que o time não joga bem e ele demora muito para mexer ou nem o faz. Agora, ele e as meninas estão trabalhando e na seleção feminina, quase sempre, tudo funciona a longo prazo, diferentemente do masculino, onde a concentração é muito mais evidente e não deve-se baixar a guarda nunca. Nas seleções femininas quando desconcentram-se, levam 5, 6 pontos mas mesmo assim conseguem voltar para o set e ainda vencem. O que estou… Ler mais »

Brundo Volochovos
Brundo Volochovos
05/07/2016 12:04
Reply to  alexandre

Claro, sou e sempre serei um torcedor da seleção feminina, o fato de torcer não nos isenta/invalida de fazer críticas, análises e sugestões. Espero que a partir de 2017 com a aposentadoria de quase todo o time titular, que nasça uma nova maneira de pensar e gerir a seleção, em prol da coletividade e do próprio esporte. Ano que vem começaremos bem atrás, muito atrás das outras seleções que já estão adiantadas quanto à formação de base e renovação do cartel. Não concordo com a maneira de gestão do Zé, porém admiro as suas conquistas e títulos, não o exalto… Ler mais »

alexandre
alexandre
05/07/2016 15:05

Excelente comentário! O inicio do próximo ciclo será mesmo sofrível. Sem a Fabiana, Thaisa, Sheila, Jaqueline, a Fabi já parou antes. A preparação da base está muito fraca, em todos as categorias, no sub 23, sub 20 e etc…Não devemos nos iludir com o vice campeonato do sub 20 no ano de 2015 porque as grandes seleções não valorizaram. O Brasil fez a final com a Republica Dominicana….

Brundo Volochovos
Brundo Volochovos
05/07/2016 15:26
Reply to  alexandre

Não tá tão difícil assim, temos como base somente o time titular, já que só elas jogam há pelo menos uns 10 anos. Analisando algumas posições temos levantadoras talentosas e que podem superar Dani Lins (Roberta, Macris e Naiane). Opostas nós temos a Helo e Paula Borgo (versáteis) que se bem trabalhadas poderão render muito, pois, força física e potencial elas tem. Líbero tbm não será um problema tão grande. Centrais nós temos BIA e Saraellen que podem jogar em alto nível. Thaisa e Fabiana se cuidarem do físico poderão ser igual Wal que ainda joga em alto nível. A… Ler mais »

Kazakov
Kazakov
04/07/2016 17:35

A Russa Kosheleva estar fora das finais do GP. Marichev preferiu mandar a atacante de volta para Moscow. Com isso, o BRA estar mais próximo de enfrentar o Time B da China nas semifinais. As russas tem interesses em Olimpíadas e não em GranPrix. Ao que parece a RUS vai apresentar, depois de muitos anos, problemas com as titulares em olimpíadas. Antes elas tinham que compor com as absolutas Gamova e Sokolova, mas atualmente faltam estrelas na seleção. Goncharova é apenas uma e ela não resolve sozinha. Mas se Kosheleva estiver sendo preservada e chegar voando….a história pode ser outra.

Duka Relli
Duka Relli
04/07/2016 17:27

O Brasil teme um time que está na décima posição e que está onde está pelo fato de ser o país sede,,,? Então dá licença. Devemos ter cautela … mas a esse ponto, chega a ser bizarro. Será mais um ”sapeca iáiá” do Brasil.

Cesar Santos
Cesar Santos
04/07/2016 15:43

Se não tomar cuidado vai levar um salseiro danado da Tailandia, pois como foi falado pelas jogadoras, elas tem um time jogueiro e imprimem mais velocidade que o nosso. E isso sem falar na DIVA CHARA, que tá jogando muito e está numa melhor fase que qualquer uma de nossas ponteiras. Portanto todo cuidado é pouco com a Tailandia e com a diva CHARA.

Vicente
Vicente
04/07/2016 17:05
Reply to  Cesar Santos

Entendo que o nosso bloqueio anda MUITO lento e nosso ataque ineficiente, mas se chegamos ao ponto de Tailândia ser time a ser temido, melhor mandar as meninas do sub-23 que pelo menos é uma aposta no futuro ?

Brundo Volochovos
Brundo Volochovos
04/07/2016 17:23
Reply to  Vicente

Mas é a nossa realidade, hoje vivemos um momento crítico, onde qualquer time pode nos surpreender e nos vencer. Temos que contar muito com a sorte e com o apagão das seleções mais fortes. Infelizmente, pois, Tandara, Gabi, Natália e Garay estão devendo muito no ataque e principalmente no passe que tá uma b#sta

Vicente Maia
Vicente Maia
04/07/2016 20:54

Na seleção, a melhor passadora é, de longe, a Jaqueline, depois dela vem a Gabi que passou muito bem no último jogo. Mari PB tem um bom passe, mas, pelo visto, nunca saberemos como seria na seleção, pois ela não é posta à prova. Natália, que na Superliga passada esteve bem no passe, na seleção não tem ido bem. Tandara nunca passou bem e Fê deve ser a pior passadora de todas as convocadas. Assim fica difícil.

joao
joao
04/07/2016 14:14

Meu time titular hoje seria:
Líbero: Brait (defesa), Leia (passe).
Levantadora: Dani Lins
Centrais: Juciely e Adenizia
Ponteiras: Jaque e Tandara
Oposta: Natália

TAVEIRA
TAVEIRA
04/07/2016 14:54
Reply to  joao

você quer afundar o Brasil de vez é…rsrs

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