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Tuesday 7 July 2020
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Já no Minas, Léia fala sobre experiência olímpica e seus próximos objetivos

Crédito: Orlando Bento / Minas Tênis Clube

Crédito: Orlando Bento / Minas Tênis Clube

 

Não será nada fácil esquecer a derrota da seleção brasileira nas Olimpíadas do Rio de Janeiro. No entanto, a líbero Léia levanta a cabeça e foca na temporada 2016/17. A atleta do Camponesa/Minas se reapresentou ao clube, no dia 05 deste mês, após um merecido descanso, já que, depois da Superliga 2015/16, ela serviu a seleção na disputa do Grand Prix e das Olimpíadas.

 

Após o primeiro treino da temporada com a equipe minastenista, a jogadora falou sobre a campanha do Brasil na Rio 2016. Apesar de ter sido um dos destaques do grupo comandado por José Roberto Guimarães e Paulo Coco, técnico do Camponesa/Minas, a líbero minastenista preferiu não comemorar essa individualidade. Para ela, a experiência vivida na competição foi válida, mas não dá para festejar apenas por ter sido uma das referências na defesa brasileira.

 

“Foi uma experiência única e muito boa. Infelizmente, ficou um sentimento de tristeza. O resultado individual durante a competição, para mim, não é importante. É claro que gostei de minha atuação, mas, se o resultado coletivo tivesse sido positivo, seria bem melhor. Enfim, foi um aprendizado muito importante. Vivi e aprendi coisas que jamais serão esquecidas”, comentou a jogadora, que defenderá o Camponesa/Minas pelo segundo ano seguido.

 

Léia destacou, ainda, que a equipe deu o melhor no Rio de Janeiro. Segundo ela, o grupo estava muito unido e com vontade de buscar o tricampeonato olímpico. “Não sei dizer se faltou alguma coisa. Nos dedicamos muito e fizemos o possível dentro de quadra. Cada uma deu o melhor, o grupo estava fechado e trabalhamos bastante para buscar o título. Realmente não sei dizer o que aconteceu ou o porquê não deu certo. De repente, tudo virou no jogo e, quando vimos, já estávamos fora da competição. Não sei se faltou algo. Posso dizer, por mim, que me dediquei muito e dei meu melhor. Acredito que isso aconteceu com todo o grupo”, disse.

 

Após os 20 dias de descanso, a atleta quer focar na preparação para fazer uma boa temporada e sabe das qualidades do elenco. “O time foi escolhido a dedo pelo Paulo (Coco). Ainda não trabalhei com algumas jogadoras, mas joguei contra quase todas e sei das qualidades técnicas de cada uma. É um grupo jovem e renovado. Estou muito motivada para a temporada. Vamos trabalhar duro e acredito que faremos uma boa Superliga”, finalizou a minastenista.

 

Crédito: José Luiz Júnior/Minas Tênis Clube




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Ivan
Ivan
15/09/2016 07:51

Nunca coloco culpa em ninguém por derrotas no vôlei. É um esporte coletivo. Mas honestamente, naquele jogo contra a China a Léia não jogou tão bem! O Zé Roberto só tinha uma tática. Enquanto isso…

Ruço de Russas
Ruço de Russas
15/09/2016 11:00
Reply to  Ivan

Concordo, a última bola era completamente defensável, Leia estava muito adiantada, mas não credito a derrota a ela.

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