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Monday 10 August 2020
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Jogadoras acionam CBV na justiça por conta do ranking

Crédito: Divulgação/FIVB

 

Oito das nove jogadoras com ranking de sete pontos estipulado pela Confederação Brasileira de Vôlei movem ação contra a entidade máxima do vôlei nacional. De acordo com matéria veiculada nesta quarta-feira pelo GloboEsporte.com, a levantadora Dani Lins, as centrais Thaisa e Fabiana, a oposta Sheilla e as ponteiras Gabi, Jaqueline, Natália e Fernanda Garay – todas defenderam a seleção brasileira nas Olimpíadas do Rio 2016 – buscam a via judicial para resolver o impasse. Tandara, que também assinou junto com as jogadoras uma carta de repúdio ao ranking, não ingressou no processo.

 

“A CBV não conversou conosco, não solucionou o caso e não fez nada além de publicar uma nota praticamente igual àquelas que publicam todos os anos quando a alguém protesta contra o ranking. É um absurdo ninguém fazer nada diante de tamanha ilegalidade”, disse Sheilla ao GE.com.

 

De acordo com o regulamento para a temporada 2017/18 da Superliga, cada time feminino pode contar com, até, duas jogadoras com sete pontos no ranking. A medida, que, na visão da CBV, torna o campeonato mais equilibrado, acaba por restringir o mercado para as atletas de pontuação mais elevada. “Agora está nas mãos do Poder Judiciário. Que seja feita justiça”, reforçou a bicampeã olímpica.




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TITANIC 100 ANOS
TITANIC 100 ANOS
30/03/2017 17:25

Respeito a opinião das atletas ranqueadas com sete pontos. Mas convenhamos. Com certeza se o ranking deixar de existir todas elas serão contratadas por um só time. Ah, e ainda com direito a reservas de Luxo……e mais digo e repito sou a favor do ranking na seguinte forma: 3 estrangeiras por equipe, 3 atletas de 7 pontos em cada equipe

FABIO
FABIO
03/04/2017 17:29

Concordo, sem ranking o esporte não evolui. Ficaríamos com campeonato de um time só,

TITANIC 100 ANOS
TITANIC 100 ANOS
30/03/2017 14:37

EU sinceramente sou a favor do ranking sim. Mas pra mim deveria mudar a regra e ter tres jogadoras de sete pontos e 3 até trees estrageiras por equipe. Sou a favor dessa regra. Muito bonito né o Osasco com a Seleção Brasileira todinha e ainda tendo reservas de luxo???? já pensou???? ranking sim sim sim sim sim sim sim sim ….. e sim

Luiz
Luiz
30/03/2017 14:35

Engraçado no futebol não temos este tipo de discussão, o salario de uma Bicampeã Olímpica não deveria ser pauta e sim o ranking!

FABIO
FABIO
03/04/2017 17:32
Reply to  Luiz

Concordo em termo, mas infelizmente aqui é o pais do FUTEBOL, não tem como compara, Imagina um campeonato sem ranking, teríamos campeonato de um time só. O esporte desse maneira não evolui.

EU
EU
30/03/2017 11:34

Mesmo que a pontuação seja revista, que time vai ter “cú” para bancar os altos salários? Um, dois ou no máximo três time terá verba para tal. Se querem voltar para o BRASIL, Elas que revise os altas salários.

Ronie Peterson
Ronie Peterson
30/03/2017 10:51

Eu náo entendo essa polemica. Os proprios clubes definem o ranking, náo eh a CBV. Sou a favor do ranking para se ter um campeonato equilibrido, pois se náo fosse o ranking Rio e Osasco teriam quase todas as melhores jogadoras. No masculino, os clubes tambem decidiram por manter o ranking.

Fred
Fred
30/03/2017 13:17
Reply to  Ronie Peterson

Analise pela prática. Quem foi o campeão das últimas superligas e quais foram os times que fizeram as finais. Praticamente sempre Rio e Osasco. Então pergunto: o ranqueamento está ajudando no equilíbrio das equipes?
Eu acho que não.

Flavia
Flavia
31/03/2017 00:15
Reply to  Ronie Peterson

A CBV não pode ficar omissa nessa discussão. O papel dela como entidade máxima é organizar o campeonato dentro das regras e legislação do País. Acontece algo parecido em outras áreas de trabalho. Um exemplo existe uma negociação coletiva entre 10 empresas e somente um sindicato, se formos decidir por votação o Sindicato sempre vai perder e seus trabalhadores prejudicados, nesse caso entra em cena um fiscal do trabalho para mediar a negociação (Esse papel deveria ser feito pela CBV).e os trabalhadores não serem prejudicados.

D.C.JONES
D.C.JONES
30/03/2017 10:49

é ridiculo esse ranking, é mais fácil barrar um time/patrocinador que quer investir e montar uma esquipe forte do que incentivar outras empresas a montar um time e participar… claro que a grande maioria não quer, e para que? Nem o nome é divulgado, a “visibilidade” fica totalamente comprometida. DÁ MAIS TRABALHO para CBV…. para q? se eles já tenho o “pingado” que rola com o monopolio da GLOBO. Vocês acham que eles se preocupam se a jogadora campeã vai poder jogar no brasil? Adimiro muito essas jogadoras, mas na atual situação do país, só tem 2 ou 3 clubes… Ler mais »

TAVEIRA
TAVEIRA
30/03/2017 10:24

COM TODO RESPEITO AO HISTÓRICO DE ATLETA DA SHEILA…ELA PODE ATÉ VALER 7 PTOS MAS O SEU SALARIO SE FOR VERMOS O Q ELA VEM JOGANDO NESSES ULTIMOS ANOS DEVERÁ CAIR BASTANTE

Flavia
Flavia
31/03/2017 00:18
Reply to  TAVEIRA

Mas ela quer liberdade para poder negociar seu salário e ficar perto da família.. O ranking está impedindo ela e outras jogadoras disso.

Denise
Denise
30/03/2017 08:41

Diante de tamanha canalhice, acho que o melhor que elas fariam seria boicotar essa pseudoliga e ir jogar na Europa, ganhar em Euro$ e disputar os melhores campeonatos. Simples assim.

Tá louca?
Tá louca?
30/03/2017 14:30
Reply to  Denise

Simples assim??? Tá louca??? Primeiro, para “todas jogarem na Europa” elas têm que ter proposta/time. Segundo, saindo as principais jogadoras do Brasil acabaria murchando a Superliga (isso que você quer…), mas a mídia, que hoje já não dá tanta importância pro vôlei, abriria mão de falar/transmitir e jogaria fora todo um trabalho delas mesmas de ganhar campeonatos, elevar o status do Brasil e colocar o vôlei num patamar acima das outras perante o público. Terceiro, você acha que todas querem ficar longa da família (filhos, marido, amigos, pais, etc.) somente para fazer “birra” pra CBV? Realmente a entidade precisava ter… Ler mais »

manu
manu
30/03/2017 08:05

isso pode sinalizar a volta de todas elas ao vôlei brasileiro, o que so valoriza nossa S.L

Miguel
Miguel
30/03/2017 10:50
Reply to  manu

O problema não está na vinda de jogadoras estrangeiras, mas está nas limitações de jogadoras sete pontos por time.

Felipe Peixoto
Felipe Peixoto
30/03/2017 00:52

Sheila “Patrícia”

Abetyfariah
Abetyfariah
30/03/2017 02:29
Reply to  Felipe Peixoto

Quem é você lixo para falar de Sheilla?

Vera Morteiro
Vera Morteiro
30/03/2017 05:51
Reply to  Felipe Peixoto

Fecha a latrina, idiota

Miguel
Miguel
30/03/2017 10:49
Reply to  Felipe Peixoto

Rapaz, não é só a Sheilla não. Deve estar a frente porque está em ano sabático. A CBV está acabando com o vôlei brasileiro em todas as decisões políticas. É uma confederação que só sabe arrecadar! Nem vôos decentes ela oferece para as jogadoras viajaram pelo Grand Prix e demais competições.

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