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Saturday 28 November 2020
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Melhor líbero do Mundial sub-23, Kachel exalta entrega do grupo para a conquista do título

Foto: FIVB

O líbero Kachel viveu um domingo (13/10) para ficar marcado para sempre na carreira. Após uma emocionante final com a Sérvia, disputada no Ginásio Sabiazinho, em Uberlândia (MG), o camisa 19 festejou com o Brasil a inédita conquista do Mundial sub-23. Foi a maior façanha desta geração.

Para a festa ficar completa, Kachel foi eleito o melhor líbero do campeonato. “O que marcou nesta campanha foi a entrega do grupo em todos os jogos, e o elenco forte que tivemos. Em todas as partidas, fizemos trocas e o nível de jogo não caiu. Quem veio do banco correspondeu muito bem para ajudar nas vitórias”, analisa Kachel.

Até subir ao lugar mais alto do pódio, a seleção enfrentou uma dura caminhada. Na primeira fase, mostrou força ao ganhar da República Dominicana, Argentina, Egito, Bulgária e Tunísia. Com as cinco vitórias, a equipe de Kachel avançou às semifinais em primeiro lugar. Nesta etapa, passou pelo seu maior teste.

“A semifinal com a Rússia foi o jogo mais tenso. Foi o divisor de águas para a primeira final de Mundial desta geração. Era a chance de fazer parte da grande festa no último dia ou morrer mais uma vez pelo caminho, como em Mundiais anteriores. Pelo peso da responsabilidade de vencer, a semifinal contra os russos foi bem especial”, diz Kachel.

E a vitória sobre os russos pelo placar de 3 a 0 serviu para aumentar a confiança do grupo. “A equipe jogou bem desde o primeiro jogo e, com isso, ganhou confiança a cada rodada. Após vencermos a forte equipe russa, colocamos na cabeça que nenhuma outra equipe tiraria esse título da gente, nem a excelente equipe da Sérvia”, lembra Kachel.

O título mundial da seleção masculina sub-23 foi o único conquistado pelo Brasil neste ano. Até então, o melhor resultado da base havia sido registrado pelos meninos de Leonardo Carvalho, que se sagraram vice-campeões no Mundial juvenil. As comandadas de Luizomar de Moura (seleção juvenil) e Maurício Thomas (seleção infanto-juvenil) foram bronze.

Além de Kachel receberam prêmios individuais os brasileiros Matheus (melhor central) e Lucarelli (MVP).

 

 

“Ser campeão mundial é o resultado de um trabalho feito a longo prazo. Ninguém vira campeão mundial do nada. Treinamos duro diariamente, nos preparamos bem todos os dias para jogar contra adversários qualificados. E o resultado de toda essa dedicação apareceu neste Mundial, que terminou coroado com o título”, encerra Kachel. 




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