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Tuesday 22 September 2020
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Mescla de juventude com experiência é a aposta do Vôlei Amil para chegar a decisão

Foto: Felipe Christ/Vôlei Amil

Aliar experiência e juventude é uma das fórmulas para o sucesso em esportes coletivos. E o técnico Zé Roberto segue essa filosofia à risca no Vôlei Amil e colhe os frutos em quadra. No segundo ano de vida do projeto baseado em Campinas, o treinador chega à segunda semifinal da Superliga. A série melhor de três partidas diante da Unilever começa na próxima semana e o tricampeão olímpico prepara seu time para usar todas as armas de seu arsenal, independentemente da idade.

No Vôlei Amil não há choque de gerações, mas união de forças.Zé Roberto não abre mão de mesclar o nível de vivência das atletas, formando seu grupo de trabalho com jovens valores de 18 a 20 anos,passando por atletas na faixa dos 25 anos e completando com jogadores na casa dos 30. Tudo isso, garante ele, traz equilíbrio. “As mais antigas passam suas experiências para as mais novas, desde o gesto técnico até a maneira de se comportar dentro e fora de quadra. E isso colabora para que as jovens percebam o caminho para se tornarem grandes campeãs, como as atletas que temos aqui”, explica o treinador, referindo-se aos casos de Walewska e Carol Gattaz, as mais experientes do time.

Do alto de seus 34 anos, Walewska soube transformar experiência em liderança. A capitã do Vôlei Amil assume, por vezes, o papel de mãezona. “Eu queria ir para casa, em Varginha (interior de Minas Gerais), na folga do Carnaval. E eu estava com medo de falar com o Zé Roberto porque não tinha passagem de ônibus para voltar a tempo no dia da reapresentação. Então, expliquei o problema para a Wal, que conversou com ele, e deu tudo certo”, conta a central Gabi, a caçula do time com 18 anos completados no início de março. “Essa junção de gerações é importante e faz parte do nosso papel ajudar e guiar as mais jovens”, resume Walewska.

Sobre os famosos trotes das experientes com as novatas, a pergunta que fica é: elas cumprem as ‘ordens’ das mais velhas por pressão ou respeito? E no espirito de união do Vôlei Amil, as jogadoras dão a resposta.

“Temos que respeitar, afinal, elas são mais velhas e sabemos que os conselhos são para o nosso bem”, afirma Gabi. “Os respeito tem que existir dentro e fora de quadra. Nosso grupo é bem mesclado e a convivência é muito boa. Somos muito unidas e focadas em um objetivo, que é o título da Superliga”, arremata Rosa. “Que venham as novas, enquanto as mais velhas permanecem. Um time é feito disso, dessa mescla, que é muito importante. Aqui, no Vôlei Amil, encontramos um equilíbrio e seguimos juntas em busca do título da Superliga”, finaliza Walewska.

 




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