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Wednesday 25 November 2020
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‘Multi-facetada’, primeira fase da Superliga B começa nesta quinta-feira

Valendo vaga na próxima edição da Superliga, a Superliga B masculina começa nesta quinta-feira (16/01) com jogos de todas as equipes participantes e uma série de atrativos que prometem tornar a competição ainda mais disputada do que na última temporada.

O grande trunfo do torneio promete ser a variedade de times inscritos, que vai desde os que surgiram recentemente até aqueles que trazem consigo o peso de uma cidade com tradição no vôlei nacional, passando ainda pelos grupos formados com o intuito de dar experiência em alto nível para atletas mais jovens.

Uma dessas equipes é o Sesi-SP, composta pelos atletas da categoria juvenil do clube paulista que lidera a Superliga masculina 13/14. O capitão Alisson reconhece a busca por rodagem, mas faz questão de demonstrar toda a motivação do time em disputar uma competição tão importante.

“Até pela minha vivência com o Sesi-SP, sei que a experiência vai ser muito boa mas o que a gente quer mesmo é ganhar. Estamos focados em ser campeões”, disse o jovem jogador, que em seguida analisou o que pode ser absorvido por ele e pelos companheiros com a convivência com os atletas mais experientes.

“Certamente iremos aprender um pouco com eles, talvez principalmente nos momentos mais decisivos, em ter a tranquilidade para virar uma bola crucial para a partida”, destacou o ponteiro.

Em uma outra face da competição está o Santo André (SP). O time, que carrega o nome da cidade do ABC paulista, já disputou a Superliga no início da década de 90 e antes teve nomes de peso no extinto Santo André/Pirelli, como William “Capita” e Montanaro, ambos da geração responsável pela inédita medalha de prata nos Jogos Olímpicos de 1984, em Los Angeles (EUA).

O atual técnico e ex-jogador Marcelo Madeira, que também fazia parte desse elenco histórico, celebra a qualidade da Superliga B e a oportunidade para atletas mais e menos experientes se manterem em atividade em alto nível.

“A nossa expectativa é muito boa, porque tivemos tempo para trabalhar e a competição é muito importante, tem boas equipes. Além disso, é onde os jogadores que não tiveram espaço nesta temporada na Superliga A podem mostrar seu valor e a garotada pode ganhar experiência”, afirmou Madeira.

Surgindo como uma terceira ‘cara’ do campeonato nacional, há as equipes que foram criadas recentemente e lutam para se firmar ainda mais no cenário esportivo nacional. É o caso do Voleisul/Paquetá Esportes (RS), que participará de sua primeira competição oficial.

O projeto da cidade de Novo Hamburgo (RS) é capitaneado pelo ex-jogador Gilson ‘Mão de Pilão’, como era conhecido o ponteiro que atuou na seleção brasileira. O campeão da Superliga, que também é ídolo no Japão, faz sua estreia como treinador. O time ainda conta com o oposto André Nascimento, campeão olímpico pela seleção brasileira em Atenas/2004 e vice em Pequim/2008.

Pela confluência de promessas e jogadores consagrados, clubes novos e tradicionais, além de uma maioria de treinadores experientes e cidades ansiosas para receber as partidas, a Superliga B promete trazer grandes duelos ao cenário do vôlei nacional, consolidando-se como uma das principais competições do calendário esportivo do país.




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