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Wednesday 30 September 2020
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Mundial: Bélgica dá trabalho, mas França ajuda EUA e Itália

Divulgação/FIVB

Van den Dries (camisa 1) jogou muito pela Bélgica, mas não foi suficiente

Ninguém duvidava que o grupo D era o mais equilibrado da primeira fase do Mundial de vôlei, mas daí a imaginar que Itália ou Estados Unidos corriam risco de eliminação precoce, vai um longo caminho. Pois foi justamente isso o que aconteceu na Polônia. E, se não fosse pela França, haveria uma enorme chance de a zebra se concretizar neste domingo (7).

Jogando em Varsóvia, os Bleus tomaram um sufoco da Bélgica, que só caiu no tie-break, com parciais de 25/14, 21/25, 25/20, 22/25 e 15/12.  Com isso, os franceses chegam aos 12 pontos e asseguraram o primeiro lugar na chave, ao passo que os belgas, empataram com a Itália com cinco pontos na quarta posição, mas não possuem chances de superar os rivais na tabela. Mas o time da Bota precisa ficar esperto, uma vez que Porto Rico ainda encara o Irã e pode chegar aos seis pontos.

Caso a surpresa caribenha não se confirme, o jogo desta tarde entre americanos e italianos ganha importância para as contas da segunda fase, já que os times que continuam na disputa levam os resultados obtidos contra os outros classificados do mesmo grupo. Com campanhas muitos instáveis, os dois países somam duas vitórias e duas derrotas neste momento.

Falando em altos e baixos, foi isso o que se viu no jogo entre França e Bélgica. Até o tie-break, os times dominaram os sets alternadamente e os belgas largaram na frente na parcial decisiva, fazendo 4 a 1. Acontece que o saque e o bloqueio franceses resolveram aparecer e a virada se concretizou, para tristeza de Bram van den Dries, o melhor em quadra com 23 pontos.

Um fato curioso também marcou o tie-break: Grebennikov, o líbero da França machucou o dedo e precisou deixar o jogo, sendo substituído em sua função por Ngapeth.

Duelo de eliminados

Único grupo que chegou à última rodada com todos seus quatro classificados definidos, o C vu nesta manhã o duelo dos eliminados México e Egito. E o time do continente Americano teve o gostinho de sentir o que é uma vitória no Mundial 2014, fazendo 3 a 2, com parciais de 16/25, 25/20, 25/21, 21/25 e 15/10.

 




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