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Saturday 19 September 2020
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Mundial: Brasil reconhece que passe preocupou

FIVB/divulgação

Recepção do saque flutuante foi apontado ponto fraco do time na vitória sobre a França

A classificação da Seleção Brasileira à quarta decisão consecutiva de campeonato mundial de vôlei, se foi valorizada e complicada ao extremo pela França, foi por causa do estrago que o saque europeu causou à recepção do time. Com aproveitamento de 46,5%, de acordo com as estatísticas da FIVB, o passe do selecionado nacional encontrou dificuldade em superar o serviço francês.

“Eles moderaram o saque. Eles sacaram flutuante em mim na posição 1 para dificultar o passe para Bruno. Cometi alguns erros, o que é normal, a gente erra e acerta”, reconheceu Mário Jr., o líbero do Brasil responsável pelo passe.

Assim como Mário Jr., o técnico Bernardinho também observou que o saque da França deu trabalho ao Brasil e causou problemas ao líbero.

“O saque da França dependia da posição (da rotação do Brasil). Eles sentiram um pouco de insegurança no Mário Jr. no flutuante e sacaram ali”, disse o técnico, que se mostrou mais preocupado com o passe do saque flutuante do que com o viagem. “O viagem de Ngapeth e Le Roux era na junção de Lucarelli e Murilo. Mesmo assim, eles só conseguiram quatro aces”, sintetizou o treinador brasileiro.

 




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