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Sunday 24 January 2021
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Mundial: Sem se preocupar com provocações, Brasil já pensa na Rússia e em Muserskiy

FIVB/divulgação

Contra a Rússia, Brasil não teme provocações

Difícil não dizer que o jogo entre Brasil e Rússia, neste domingo, ainda que com as duas equipes já classificadas para a terceira fase, seja o encontro mais aguardado dessas duas primeiras etapas do mundial da Polônia. Além de ser o duelo entre o atual campeão mundial o olímpico, trata-se de dois dos maiores candidatos ao título mundial deste ano e das seleções que mais rivalidade têm no voleibol atual. Para os jogadores da Seleção Brasileira, inclusive, o favoritismo no torneio está do outro lado da rede.

“Hoje, posso dizer que a Rússia é o time a ser batido”, sentenciou Sidão. O central, no entanto, acredita que a chave para vitória está em neutralizar o principal jogador da seleção rival, Dmitriy Muserskiy.

“Nosso saque entrando e quebrando o passe deles, (Muserskiy) é uma peça importante que não poderão usar”, prevê o central brasileiro.

Já para Lucão, a tarefa de bloquear o meio de rede russo é das mais complicadas. Ele lembra que o adversário, além dos 2,18m, também é dono de uma boa técnica ofensiva.

“Ele é alto pra caramba e é coordenado. É um jogador espetacular. Pelo que ouvi falar, ele está fazendo um mundial espetacular e é a bola de segurança deles.”

Outro personagem adversário da partida, que é muito lembrado pelos brasileiros, é Alexey Spiridonov. Provocador, o ponteiro já atraiu a ira dos torcedores brasileiros em algumas ocasiões. Lucão, porém, prefere não pensar em “Tin-tin”, como é conhecido, e em suas provocações, na véspera da partida.

“Acho que já são três ou quatro anos com as brincadeiras do Tin-tin, tem o treinador que olha de cara feia. Mas eu não ligo. O negócio é não tirar o foco”, conclui o meio de rede.

 




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