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Sunday 20 September 2020
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Na briga pelo primeiro lugar, Unilever enfrenta o Sollys/Nestlé pela Superliga

Foto: Bruno Vanzillotta/Melhor do Vôlei

O duelo vale o primeiro lugar da fase de classificação da Superliga. Unilever e Sollys/Nestlé, tradicionais rivais nas últimas oito finais da competição, têm mais um difícil duelo na edição 2012/13. Nesta sexta-feira (22), às 21h, os times se enfrentam no ginásio José Liberatti, em Osasco, na nona e última rodada do returno. O jogo será transmitido ao vivo pelo Sportv. No primeiro turno, no Rio, a Unilever levou a melhor. Venceu por 3 a 2, e ampliou sua vantagem em vitórias contra o adversário na história dos confrontos: 38 a 30.

A Unilever é líder da Superliga, com 44 pontos, 16 vitórias e apenas uma derrota. O Sollys tem 42 pontos, 14 vitórias e três derrotas. O time carioca precisa vencer dois sets para confirmar o primeiro lugar na fase classificatória. Assim, soma pelo menos um ponto e não pode ser alcançado pelo time paulista, pois tem mais vitórias, que é o primeiro critério desempate em caso de igualdade em pontos. 

Para deixar ainda mais emocionante o jogo, que é considerado o maior clássico do vôlei brasileiro, entram em quadra nove campeãs olímpicas, entre Pequim/2008 e Londres/2012. A Unilever conta com Fabi, Fofão, Valeskinha e Natália. Osasco tem Sheilla, Thaisa, Jaqueline, Fernanda Garay e Adenízia

Ciente do poderio do adversário, o técnico Bernardinho diz que seu time precisará jogar com muita aplicação. “Mais uma pequena decisão está em disputa, valendo o primeiro lugar. Não temos centrais tão altas quanto elas e precisaremos jogar taticamente muito bem. Osasco tem um elenco completo, com muitas virtudes. Perderam no Rio e vão entrar com tudo para ganhar em casa. Como já era previsto, é uma Superliga dura”, analisa.

Para a meio-de-rede Valeskinha será outro jogo difícil, como no turno. “Contra o Sollys, é sempre um confronto pesado. Precisamos ser eficientes no saque para tentar quebrar a linha de passe delas e, assim, facilitar nosso bloqueio”, comenta. “É um jogo que exige muita concentração e paciência. Não podemos rifar a bola em hipótese alguma”.

A ponteira Natália lembra que, na atual edição da Superliga, tem prevalecido o equilíbrio. “Muita gente comentou comigo sobre a emoção da partida entre a Unilever e o Sesi, nosso último confronto, em que vencemos no tie break. Os torcedores ficaram com o coração na garganta”, diz. “Contra o Sollys, não espero nada diferente. Trata-se de um clássico. É necessário muito estudo, porque qualquer detalhe pode decidir a partida”, afirma a jogadora, que defendeu Osasco por cinco temporadas (entre 2006 e 2011). 

 




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