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Saturday 28 November 2020
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Na capital federal, Unilever busca a reabilitação diante do Brasília

Foto: Márcio Rodrigues/MPIX

O Unilever Vôlei chegou hoje a Brasília para a fase final de preparação para o confronto diante do Brasília Vôlei, marcado para esta terça-feira (25/02), às 19h30, no ginásio Nilson Nelson. A equipe comandada por Bernardinho vai em busca da reabilitação na Superliga 13/14, uma vez que foi derrotada em casa pelo Sesi na última rodada da competição. No entanto, sabe que terá pela frente adversárias experientes e um obstáculo a mais a ser superado: a amplitude da quadra.

Experiente, a meio de rede Valeskinha sabe o quanto doeu nas jogadoras do Unilever Vôlei a derrota em casa na última rodada. No entanto, nada melhor que um triunfo fora de casa para voltar a pontuar e continuar na briga pelas primeiras posições da Superliga.

“Derrota nunca é bom. Sabemos que ganhar ou perder faz parte do nosso jogo, que não tem empate, mas temos que tirar alguma lição para não acontecer novamente. E acredito que o aprendizado do último jogo foi não desperdiçar os bons momentos, as melhores bolas. Não deixar de aproveitar esses momentos, pois no final farão falta. Isso aconteceu contra o Sesi e me lembro até de uma bola minha, de xeque, que não costumo errar e errei. Ficamos chateadas, óbvio, pois queríamos muito vencer. Poderíamos ter assumido o segundo lugar. Agora fica um pouco mais difícil, mas vamos lá, vamos correr atrás”, analisou Valeskinha.

Só que para voltar a conquistar uma vitória na Superliga 13/14, as meninas do Unilever Vôlei terão pela frente várias jogadoras experientes, com passagens na seleção do outro lado. E nem a diferença entre as duas equipes na tabela de classificação faz com que o respeito diminua.

“O Brasília tem meninas que sabem jogar, que tem experiência, bagagem, com passagens importantes pela seleção. No início da temporada, elas não conseguiam dar o seu melhor, assim como a maioria dos times, inclusive o nosso, pois ainda não estavam na forma física ideal e faltava o entrosamento. Ao longo da Superliga, foram crescendo e fizeram jogos duros com uns, venceram outros… Sabemos que será complicado, pois elas não vão vender uma derrota em casa fácil, não”, disse Valeskinha, sem esquecer do outro adversário: o Nilson Nelson.

“Jogar no Nilson Nelson será mais difícil. Quando um ginásio tem uma amplitude maior, perdemos um pouco de referência, principalmente no saque e nos ataques. E só se adquire isso com o tempo, com treinos. Acredito que elas já devam estar mais acostumadas que a gente, que tem jogado num ginásio menor, como o Tijuca, pois devem estar treinando por lá desde a última semana. Para diminuir esse impacto, temos que manter a concentração e a tranquilidade durante o jogo”, finalizou.

O Unilever Vôlei ocupa a terceira posição na tabela de classificação da Superliga, com 52 pontos. O Brasília está em sétimo lugar, com 35 pontos.




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