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Sunday 25 October 2020
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Na raça e com a torcida, Sérvia despacha EUA no tie break

Crédito: Divulgação/FIVB

Crédito: Divulgação/FIVB

 

Quando Starovic atacou a última bola, era como se o grito da torcida no Maracanãzinho fosse de gol no Maracanã ou para a Seleção Brasileira. A ausência do time da casa nas semifinais da Liga Mundial não deixou sensação de orfandade no público do ginásio, que adotou, efusivo, o time da Sérvia.

 

Seja pelo gosto amargo que a eliminação brasileira deixou, por causa da vitória dos EUA sobre a França, seja pelo simples fato de que, mundo afora, não há grande simpatia pelos americanos nos ginásios e estádios, o fato é que a vitória da Sérvia por 3 a 2, nas semifinais da Liga Mundial, neste sábado, com parciais de 25-23, 25-21, 25-27, 20-25, 15-12, parecia brasileira, tamanha a vibração dos de camisa amarela nas arquibancadas.

 

Com os irmãos Uros e Nikola Kovacevic endiabrados nos dois primeiros sets – ambos terminaram a partida com 18 pontos –, e com os EUA errando 12 bolas só na primeira parcial, a Sérvia abriu 2 sets a 0. Os EUA reagiram e chegaram à igualdade, com o oposto Anderson e o ponteiro Jaeschke atacando muitas bolas e com o bloqueio dominando a rede – o central Holt marcou cinco pontos neste fundamento e o levantador Christenson, quatro.

 

No tie break, os EUA chegaram a abrir três pontos de vantagem numa sequência de saques de Christenson, mas a Sérvia reagiu e saiu de 8 a 11 para 15 a 12, com quatro erros dos EUA e três pontos com jogadores reservas – um ace do meio de rede Okolic e dois ataques de Starovic.

 

Atanasijevic foi o maior pontuador do encontro, com 22 anotações. Pelo lado americano, Anderson fez 21 pontos e Jaeschke, 20.

 

Esta será a quinta final da Sérvia em Ligas Mundiais. O vôlei sérvio ainda busca o primeiro título no torneio.

 

Por: João Batista Jr. (do Rio de Janeiro)




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