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Wednesday 21 October 2020
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No aniversário de Fofão, levantadora recebe homenagens de companheiras de equipe

"São elas que tornam os meus dias mais suaves e alegres", confessou Fofão (Foto: Reprodução/Instagram)

“São elas que tornam os meus dias mais suaves e alegres”, confessou Fofão (Foto: Reprodução/Instagram)

Um dos grandes nomes do voleibol brasileiro, Fofão completa nesta terça-feira (10) 45 anos de idade. Ainda em plena forma, a capitã e levantadora do Rexona ganhou homenagens das companheiras de equipe desde a véspera da comemoração.

Através de seu Instagram, Fofão revelou que teve o quarto “invadido” pelas demais jogadoras do Rexona: “Ontem elas invadiram meu quarto, malucas como sempre, mas eu gosto. São elas q tornam os meus dias mais suaves e alegres. Valeu meninas. #Parabenspramim#adoroessetime#juntasateofim”.

A festa não parou por aí: na delegação do hotel em que a equipe está hospedada em São Paulo para a partida desta noite contra o Molico Osasco, as atletas cantaram parabéns para a veterana após o almoço e lhe entregaram um buquê de flores.

Com aposentadoria marcada para o fim desta temporada de clubes, Fofão também divagou sobre o momento em entrevista à “Folha de São Paulo”. “Estou pensando demais até na vida. Quando começa a temporada, faltam meses. Agora, faltam jogos. Faço as contas e já é o meu aniversário, depois tem os playoffs. A todo momento, no treino, em casa, começo a pensar no que vai ser minha vida. Mesmo que eu não queira, começo a pensar o que vai ser depois… Sempre fico curiosa com o que vai vir. É como se a Hélia fosse dar vida agora. Vou deixar a jogadora e ser a Hélia. Mas quem é a Hélia? Vem essas coisas meio malucas e vou viajando. É muito questionamento. É bom porque vou viver uma nova vida”, analisou.

Com carreira profissional iniciada em 1985, Fofão acumula um ouro olímpico, duas pratas em Mundiais, seis Grand Prixs, uma Champions League, um Mundial de clubes e cinco Superligas. Questionada pela publicação sobre a diferença das gerações que viveu, ela foi enfática.

“Mudou muito. Peguei uma geração muito boa. As jogadoras eram mais técnicas. As centrais eram passadoras, tinham mais habilidade. Hoje a central não faz fundo de quadra, porque existe a líbero. Isso as deixa mais acomodadas, porque elas não têm tanta dedicação para fazer uma manchete, por exemplo. Não acho legal isso. A qualidade técnica das jogadoras da geração dos anos 1990, quando comecei, era melhor do que a de hoje. Todas faziam tudo muito bem. Caiu um pouco a qualidade das jogadoras”, afirmou.




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