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Thursday 28 January 2021
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Passada a decepção da eliminação na Superliga, Molico Osasco já mira Mundial

Foto: João Pires/FotoJump/Divulgação

Após terminar a Superliga em terceiro lugar, ficando fora da decisão após nove anos, o Molico Osasco já mira o futuro ainda nesta temporada. Campeão da edição de 2012 do Campeonato Mundial de Clubes, o time não vê a hora de entrar em quadra para ir atrás do bicampeonato

Capitã da equipe, a oposto Sheilla, eleita a melhor jogadora do campeonato de 2012, prevê muitas dificuldades em 2014, maiores do que as que encontraram em Doha, há dois anos.

“Aquele foi o primeiro Mundial de Clubes no qual participei e tenho ótimas lembranças daquela edição. Todas as atletas daquele grupo e a comissão técnica desejavam muito aquele título e nosso objetivo é ir com tudo para reconquistar esse troféu extremamente importante. É um campeonato que está ficando cada vez mais forte e que está atraindo os melhores times do mundo. É uma competição que reúne diversas escolas do voleibol, pois teremos dois times brasileiros, um representante asiático e equipes europeias. Atualmente, o Mundial é um campeonato que todo mundo faz questão de participar. Quando recomeçou havia certa desconfiança, mas no momento a disputa por uma vaga neste torneio é muito alta e a importância deste título se amplia a cada ano”, avaliou Sheilla.

O Molico/Osasco está no Grupo B juntamente com o campeão europeu, Dínamo Kazan, e o campeão asiático, Hisamitsu Springs. O Molico estreia no torneio no dia 07 contra as asiáticas. Em seguida, no dia 09, o adversário será o time europeu. A equipe comandada pelo técnico Luizomar de Moura embarca para a disputa no próximo domingo, dia 04 de maio.

“Vamos ter que nos adaptar bem rápido a todos os tipos de jogo que teremos pela frente. Em um campeonato com times de várias escolas os estilos são muito diferentes. Quando você enfrenta times asiáticos, como o nosso adversário de estreia, já sabemos que teremos bolas rápidas o tempo inteiro no ataque e são equipes que defendem muito bem. Já contra as europeias as bolas são altas nas extremidades praticamente durante todo o jogo e com atletas que apresentam muita potência no ataque. A adaptação tem que ser bem rápida, mas estou tranquila neste aspecto porque o nosso time possui atletas experientes e acostumadas a enfrentar essas adversidades pela seleção ou por já terem atuado fora do país”, afirmou.

Nesta terça-feira, Sheilla aproveitou uma brecha na agenda de treinos e participou de um evento no Pacaembu. Junto com Gustavo Borges e especialistas na área de saúde, a bicampeã olímpica debateu sobre os problemas do sedentarismo infantil e a importância de estimular a criança a praticar esportes para um completo desenvolvimento educacional e social. Para Sheilla, o esporte surgiu nas aulas de educação física na escola e colaborou de forma decisiva para seu desenvolvimento físico e social.

 

 

 

 

“Eu sempre fui muito tímida e o voleibol me ajudou um pouco a superar isso. Comecei a jogar no colégio porque diziam que eu era muito magra e alta e tinha que praticar esporte. Desde então passei a jogar voleibol e não parei mais. Acredito que o esporte é uma excelente ferramenta educacional e social e se for estimulada, a criança terá a chance se apaixonar por alguma modalidade”, concluiu.




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