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Thursday 3 December 2020
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Pavan: “Não conheço as jogadoras de lá e vejo Osasco como um adversário a mais”

Foto: Luis Doro/Adoro Foto

Na semana que marca o maior clássico do vôlei feminino brasileiro nos últimos anos, entre Unilever e Sollys/Nestlé, que se enfrentam na sexta-feira (11), às 21 horas, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, duas jogadoras titulares do time carioca vão viver a emoção desse confronto pela primeira vez. São elas: a americana Logan Tom e a canadense Sarah Pavan, respectivamente o melhor saque e a segunda maior pontuadora da competição até o momento.

 

Depois do período de recesso de final de ano, elas entram em quadra com o desafio de ajudar a Unilever a vencer o duelo de sexta-feira e terminar na liderança o turno da Superliga 2012/13. O jogo contra o Sollys/Nestlé terá transmissão ao vivo da Sportv e é válido pela nona e última rodada do turno. O grupo comandado por Bernardinho está em segundo lugar na classificação, atrás do time paulista. Ambos tem 20 pontos (sete vitórias e uma derrota) e o desempate é no set average.

 

Estreantes na equipe carioca, Sarah e Logan sabem que terão uma partida das mais equilibradas pela frente, mas encaram o confronto com tranquilidade. “Os dois times tem um histórico de chegar às decisões da Superliga, o que aumenta a rivalidade e a expectativa em relação à partida. Creio que será um jogo difícil para ambos. Particularmente, não conheço as jogadoras de lá e vejo o time de Osasco como um adversário a mais em nosso caminho”, comenta Sarah, que, além de ser a segunda principal pontuadora da competição, com 120 pontos, é a quinta melhor atacante, com 26.05% de eficiência. 

 

Mas, segundo ela, a estatística individual da competição não é importante. “Entramos em quadra para vencer. Não planejo a minha pontuação, mas sim a vitória do grupo. Tudo vem acontecendo de forma natural e é bom poder estar contribuindo com o time”, diz a oposta, de 26 anos, que aproveitou a folga de Natal para visitar Foz do Iguaçu, no Paraná, e conhecer as Cataratas do Iguaçu. “É um visual muito bonito”, elogia. 

 

Já Logan Tom, que tem o melhor saque (13,48% de sucesso) e é a quarta melhor jogadora na defesa (47,87% de eficiência), já enfrentou várias jogadoras de Osasco, defendendo a seleção americana, inclusive na final dos Jogos Olímpicos de Londres/12. “A expectativa é que seja um bom jogo e que a gente consiga colocar em prática tudo o que estamos treinando”, afirma Logan, de 31 anos, em sua segunda passagem pelo voleibol brasileiro. Ela jogou no país, em 2003, pelo Minas, quando se sagrou vice-campeã da Superliga. 

 




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