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Friday 25 September 2020
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Por onde andam as Jogadoras que conquistaram o único título do Brasil na Copa dos Campeões?

Fotos: Divulgação

Nesta terça-feira (12/11), o Brasil fará sua estreia na Copa dos Campeões. Diferente do que ocorre no Mundial e na Copa do Mundo, o time brasileiro já tem um título desse torneio.

Em 2005, o time comandado por José Roberto Guimarães iniciava o ciclo pós-Atenas, quando houve aquele jogo dos 24-19 contra a Rússia. Contando com futuras campeãs olímpicas e até bicampeãs, o Brasil, que não era o favorito, foi campeão. Você se lembra desse time? Se não lembra, o Melhor do Vôlei conta um pouco dessa história para você.

Ainda abalado pós Olimpíadas de 2004 e estigmatizado com a fama de amarelona, a seleção feminina iniciava um novo ciclo visando Pequim 2008. Houve algumas mudanças no time de 2004. Algumas jogadoras, como Fernanda Venturini, Virna e Érika deram adeus ao time e outras, como Fofão e Walewska, ganharam uma folga. Mari, a “vilã” de 2004, segundo torcedores e imprensa, passou por uma cirurgia no ombro e desfalcou o time na Copa dos Campeões.

Renovada, o time apresentou algumas jogadoras que haviam integrado a seleção antes das olimpíadas e estavam de volta, casos de Sheilla, Fabiana e Fabi.

Na competição, o Brasil estreou contra a campeã olímpica China e após estar com 2 a 0 contra, virou e venceu. Na sequencia, quatro vitórias por 3 a 0, contra Polônia, Japão, EUA e Coréia do Sul deram o título ao Brasil.

Sheilla foi a MVP do torneio, mostrando o que poderia apresentar a partir dalí. Fabiana foi a melhor bloqueadora e Sassá a melhor sacadora. Confira como está a carreira de cada uma das 12 atletas daquele time.

Fabiana: Bicampeã olímpica, a então jovem em 2005 hoje é a capitã, líder e referência do time em 2013.

Carol Albuquerque: Campeã Olímpica em 2008, ela se retirou da equipe nacional após os Jogos e atualmente defende o Sesi-SP

Natália: A então promessa de 16 anos em 2005, fez parte do grupo para ganhar experiência. Não esteve em 2008, mas participou do grupo campeão em 2012 e após um ano conturbado, está de volta a seleção em 2013.

Carol Gattaz: Destaque no Finasa/Osasco recebeu sua chance no torneio de 2005. Após ser cortada em cima da hora em 2008 e estar ausente da seleção desde 2010, ela volta ao time na competição de 2013.

 

Fernanda Berti: Também fez parte daquele time de 2005, no que foi o seu ponto alto na carreira nas quadras.  Mas depois daquele torneio, não teve outras oportunidades. Jogou até 2012 e migrou para as areias, onde atua no momento, disputando o circuito nacional e etapas do Mundial.

Valeskinha: Campeã olímpica em 2008, era uma das remanescente de 2004, ao lado de Fabiana e Sassá. Atualmente ela se recupera de contusão na Unilever.

Sassá: Esforçada em quadra, mas poucas vezes reconhecida pela crítica, Sassá foi uma das melhores do time em 2005. Foi o melhor saque e seguiu no grupo, sendo campeão olímpica em 2008. Atualmente joga na Polônia.

 

Marcelle: Promissora, entrou na seleção através do técnico Marco Aurélio Motta em 2002, mas com a saída dele e a volta das experientes Fofão e Venturini, não foi a Atenas. Com as duas fora novamente, ganhou a chance em 2005. Dali para frente, ela perdeu espaço, não foi mais lembrada. Depois de se casar com André Heller e ter um filho, a jogadora ficou sem clube e encerrou a carreira em 2010, apadrinhando um projeto do Viva Vôlei em Lavras (MG).

Jaqueline: Outra que, assim como Marcelle, começou na seleção em 2002, mas foi preterida pelas veteranas em 2004. Virou bicampeã olímpica, uma das jogadoras mais queridas de todos e hoje, casada com Murilo, desfalca a seleção por conta da espera pelo primeiro filho.

Sheilla: Situação semelhante a de Jaque e Marcelle entre 2002 e 2004. Também virou bicampeã olímpica, eleita a melhor do mundo em 2006 e hoje é uma das líderes e referência da seleção que joga o torneio em 2013.

Fabi: A líbero bicampeã olímpica é mais uma referência no time de 2013. Curiosamente, ela foi uma das poucas a não receber chances com a ausência das veteranas em 2002, já que Arlene não deixou um time, mas vinha desde então participando de alguns torneios. Hoje, Camila Brait é quem vive a situação que Fabi viveu há 10 anos atrás.

 

Renatinha: Oposto do time, era umas das que chegava a seleção com a renovação. Fez parte do time até 2006, quando foi perdendo espaço para novos talentos. Hoje, ela defende o Barueri, projeto que ela ajudou a concretizar, através de uma amizade feita nos tempos em que ela deu seus primeiros passos na seleção, sendo campeã da Copa dos Campeões.




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