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Wednesday 11 December 2019
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Prata na Liga das Nações, Macrís atribui prêmio individual à força das companheiras

Atleta foi destaque no vice-campeonato do Brasil. (Foto: FIVB)

Ganhar prêmio de destaque individual. Algo que não é mais novidade na vida e na carreira da levantadora Macrís, do Itambé/Minas e da seleção brasileira. Depois de brilhar na temporada 2018/19 com a camisa minastenista, sendo a melhor jogadora dos Campeonatos Sul-americano, do Mundial de Clubes e da última Superliga Feminina, a atleta assumiu a titularidade da seleção do Brasil. Dona da camisa número 3, a jogadora se destacou e, além de conquistar a medalha de prata com a equipe brasileira, foi eleita a melhor levantadora da competição internacional, no último domingo, quando a seleção brasileira foi derrotada pelos Estados Unidos, por 3 sets a 2, na decisão da Liga das Nações.

Macrís vai defender o Itambé/Minas pela terceira temporada seguida. Ela chegou ao Clube na temporada 2017/18 e,  de lá para cá, fez parte da seleção dos Campeonatos Sul-americano 2018 e 2019, do Mundial de Clubes 2019, e das últimas duas edições Superliga. Na última (2018/19), não foi apenas a melhor levantadora, mas também a melhor jogadora da Superliga (MVP). A atleta minastenista também foi eleita a melhor levantadora das temporadas 2012/13, 2014/15, 2015/16 e 2016/17. De volta ao Brasil, após uma longa viagem de quase 48 horas, entre as cidades de Nanquim, na China, sede da fase final da Liga das Nações, e Belo Horizonte, Macrís destaca a felicidade em receber mais um prêmio individual. Porém, para ela, nada seria possível se não fossem as colegas de equipe, tanto da seleção quanto do Minas.

“Acho que nenhuma conquista individual deixa de ser relacionada ao sucesso do grupo em si. É muito importante ressaltar que essas conquistas são de todas. O prêmio individual em um esporte coletivo não é possível sem o esforço de cada uma. Na seleção, especificamente, que foi a mais recente, é gratificante, mas não mais importante que a evolução do grupo brasileiro. O que me deixa mais feliz é ver o crescimento do time, a busca pela identidade, a superação das dificuldades e conseguir chegar em uma classificação excelente. A importância do coletivo é o que faz a diferença. O prêmio também me dá mais estímulo para fazer mais uma boa temporada aqui no Itambé/Minas”, comentou a jogadora minastenista.

Além da levantadora Macrís, a líbero Léia, também do Itambé/Minas, foi titular da seleção brasileira na disputa da Liga das Nações. As duas atletas terão uma pequena folga e se reapresentam ao técnico José Roberto Guimarães no próximo sábado (13/7), quando a seleção inicia a preparação para o próximo desafio, que será o Torneio Pré-olímpico. A disputa será entre os dias 1 e 3 de agosto. O Brasil está no Grupo D, que tem sede em Uberlândia (MG).

A seleção das melhores jogadoras da Liga das Nações teve, ainda, as brasileiras Gabi (ponteira) e Bia (central). Completaram a seleção do torneio a chinesa Liu Yanhan (ponteira), as americanas Haleigh Washington (central), Megan Courtney (líbero) e a turca Ebrar Karakurt (oposta). A americana Andrea Drews foi eleita a melhor jogadora da competição (MVP).




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O Brasil só perdeu porque Nathália se machucou. Caso contrário seria um 3 x 0.

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