Search
Tuesday 18 February 2020
  • :
  • :

Pronta para enfrentar Valinhos, Thaisa pode chegar aos 900 pontos de bloqueio na Superliga

Crédito: Luiz Pires/Fotojump

Crédito: Luiz Pires/Fotojump

 

O Vôlei Nestlé conta com o “paredão” mais efetivo da Superliga para o confronto deste sábado (20/02) com o Renata Valinhos/Country, às 14h45, no ginásio José Liberatti, com transmissão da RedeTV. O time de Osasco soma 228 bloqueios certeiros em 20 partidas, uma média de 3,17 pontos por set. As centrais Adenízia e Thaisa e são as referências da equipe neste fundamento e ocupam a segunda (1,04 acertos por set) e terceira (0,97 acertos por set) colocações na atual edição da competição nacional, respectivamente. Adenízia acumula 803 pontos na história do campeonato e Thaisa tem 898.

 

Thaisa destaca os bons jogos realizados pelo Renata Valinhos. “Estamos em busca de evolução a cada jogo e não temos brecha para pensar que um time é mais fraco e podemos ganhar a qualquer momento. Não é assim que funciona e o Valinhos mostrou isso contra o Sesi, quando jogaram bem e ganharam por méritos. Elas virão determinadas para conseguir beliscar algum set e pensando na vitória caso não estejamos focadas. São jovens que buscam o seu espaço e estão aproveitando a oportunidade. Assim como elas, treino forte diariamente para buscar meu espaço e melhorar. Faço isso independente do adversário e é com esse pensamento que temos que entrar em quadra sempre”, afirma a capitã do Vôlei Nestlé.

 

Perto de chegar aos 900 bloqueios, Thaisa comenta a satisfação de pontuar neste fundamento. “O ponto de bloqueio é prazeroso porque você está inibindo seu adversário, independente de qual é a jogadora que está atacando. Um belo bloqueio, principalmente aquele que a bola volta rápida e forte, me deixa satisfeita e feliz. O fato de chegar aos 900 mostra que estou no caminho certo, mas que poderia estar melhor levando em consideração a quantidade de bolas que amorteço. Tem jogos que saio com pouca quantidade de bloqueios efetivos. Comento com a Adenízia que raramente enfrentam nosso bloqueio. As jogadoras estão mais experientes e atacam alto, estourando e tentando fugir dele, por isso, a alegria é maior quando pontuamos. A proximidade dos 900 me estimula a seguir evoluindo para poder ajudar ainda mais a equipe”, ressalta a atleta.




Deixe um comentário

avatar
  Subscribe  
Auto Notificar:
Translate »