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Sunday 20 September 2020
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Quem é quem no Mundial de Clubes Feminino: Veja o Guia da competição

Nesta quarta-feira (06/05) começa a oitava edição do Mundial de Clubes Feminino, a quinta no formato atual. Na história, três equipes brasileiras já levantaram a taça, porém, uma curiosidade marca o torneio: nenhum time foi campeão mais de uma vez. Neste ano, o Molico Osasco foi convidado pela FIVB e tentará quebrar essa escrita. Para tentar manter a escrita, aparecem o Dinamo Kazan da Rússia e o Sesi-SP.

Vamos conhecer agora um pouco mais de cada um dos participantes.

Grupo A

 

 Volero Zurich (SUI)

Fundação: 1973

Títulos: 9 Campeonatos Suíços, 9 Copas da Suíça e 4 Supercopas da Suíça, 

Destaques: Kenia Carcaces (CUB) – ponta, Nataša Osmokrović (CRO) – ponta, Yuko Sano (JPN) – líbero

Técnico: Dragutin Baltić (SVN)

Como chegou ao Mundial: Anfitrião

Campanha na Liga Nacional: Campeão

O time da casa vem para este mundial um pouco mais forte que no ano passado, mas nada que o coloque entre os favoritos. Além dos destaques listados acima, o time tem uma verdadeira legião estrangeira, que conta com a brasileira Karine. Com essa combinação, surpreendeu na Champions e só caiu diante do Dinamo, que foi campeão, no top 6. Com um time da Argélia no seu grupo, tem tudo para ir a semifinal e, quem sabe, surpreender de novo e ir à decisão.

Palpite MDV:
 semifinal

Sesisp.png Sesi-SP (BRA)

Fundação: 2011

Títulos: 2 Copas São Paulo e 1 Sul-Americano 

Destaques: Fabiana – central e Dani Lins – levantadora

Técnico: Talmo de Oliveira

Como chegou ao Mundial: Campeão Sul-Americano

Campanha na Liga Nacional: Vice-Campeão

O Sesi-SP faz sua melhor temporada na curta história do time. Na pré-temporada, foi campeão da Copa São Paulo na casa do Pinheiros, depois foi vice-paulista diante do Osasco, num jogo que serviu de lição para futuros encontros. O mau início da Superliga não abalou o time, que derrotou a Unilever e chegou a final da Copa Brasil contra o Osasco. Perdeu, mas viria a devolver as duas derrotas dias depois, no Sul-Americano, dentro de Osasco, deixando a todos pasmos, pois ninguém apostava naquele resultado, que amadureceu de vez o time. Confiantes, derrotaram novamente o time de Osasco nas semifinais da Superliga, mas perderam na final para a Unilever. Agora na Suíça, o torcedor do time da indústria espera que a equipe possa voltar a fazer uma final no exterior, como foi no Top Volley de 2012, na própria Zurique, mas que desta vez, leve o título. Se Fabiana e Dani Lins estiverem nos seus melhores dias, o caminho para isso estará aberto.

Palpite MDV:
 final

 

GSP Alger logo.jpg GS Petroilers (ALG)

Fundação: 1964

Títulos: 23 Campeonatos Argelinos, 23 Copas da Argélia e 2 Campeonatos Africanos

Destaques: Salima Hammouche (ALG) – líbero, Fatima Zahra Oukazi (ALG) – ponta e Safia Boukhima (ALG) – ponta

Técnico: Salim Achouri (ALG)

Como chegou ao Mundial: Wild Card

Campanha na Liga Nacional: Campeão

Último time a ser chamado para o torneio, o GSP deveria estar na disputa por conta do seu mérito de quebrar a hegemonia africana do Kenya Prisions e vencer o campeonato continental. Mas a administração de Ary Graça na FIVB, para dar um nível maior ao torneio, ao invés de aumentar o número de participantes e preservar as vagas dos continentes em desenvolvimento, acabou por cortá-los (África e Norceca) do torneio. Mas quis o destino que o Vakifbank, atual-campeão e o sonho da FIVB para ocupar a vaga de convidado, não pudesse participar por causa da Liga Turca, assim, restou ao staff do presidente brasileiro se contentar com o campeão africano, base da seleção argelina e que tem como maior destaque Safia Boukhima, MVP no título continental.

Palpite MDV:
 primeira fase

 

Grupo B

 Dínamo Kazan (RUS)

Fundação: 2002

Títulos: 3 Campeonatos Russos, 2 Copas da Rússia e 1 Champions League (2014)

Destaques: Ekaterina Gamova (RUS) – oposto, Antonella del Core (ITA) – ponta, Jordan Larson (USA) – ponta 

Técnico: Rishat Gilyazutdinov (RUS)

Como chegou ao Mundial: Campeão Europeu

Campanha na Liga Nacional: Finalista

Mais uma vez, Gamova e as russas devem ser o pesado das brasileiras em um Mundial. Agora pelo clube, a gigante russa, junto com outras atletas da seleção e as estrangeiras, faz do Dínamo o grande favorito do torneio. Após conquistar a Champions League, o time passeia com folga na Liga Russa e já está na final, que será disputada após o Mundial. Em quadra, espera-se grandes duelos contra as brasileiras. Será que Gamova e companhia irão tirar mais um mundial do Brasil?

Palpite MDV:
 Campeão

 

 Molico Osasco (BRA)

Fundação: 2010 (desde quando passou a ser patrocinado pela Nestlé)

Títulos: 2 Superligas, 1 Copa Brasil, 2 Paulistas, 3 Sul-Americanos e 1 Mundial

Destaques: Sheilla – oposto e Thaísa – central

Técnico: Luizomar de Moura

Como chegou ao Mundial: Wild Card

Campanha na Liga Nacional: Terceiro colocado

A temporada do Molico Osasco parecia que seria espetacular. Primeiro o time foi campeão paulista e em seguida venceu a Copa do Brasil. Jogando em casa, era o favorito ao título Sul-Americano, mas o pesadelo começou aí. Diante de seu torcedor, perdeu a final para o Sesi e se abalou. A campanha invicta da Superliga, com recorde de vitórias seguidas (28) e a vaga na semifinal deixaram a impressão de que a confiança havia voltado. Na semi, de novo o Sesi e duas derrotas que tiraram o time da final após uma sequencia de 10 anos. Para o Mundial, a principal missão de Luiozmar é recuperar o time, acostumado as vitórias e que sentiu quando conheceu o gosto da derrota. Logo de cara tem o Dinamo de Gamova pela frente. Um motivador para a equipe, que deve mesmo é reencontrar seu maior rival do momento na semifinal. Aí fica a questão: como será que o time vai se comportar diante do Sesi mais uma vez?  

Palpite MDV:
 final

 

 Hisamitsu Springs (JPN)

Fundação: 1948

Títulos: 4 campenatos japoneses, 3 Copas do Japão, 2 Copas do Imperador e 2 Asiáticos

Destaques: Risa Shinnabe (JPN) – ponta, Yuki Ishii (JPN) – ponta e Mizuho Ishida (JPN) – ponta

Técnica: Kumi Nakada (JPN)

Como chegou ao Mundial: Campeão Asiático

Campanha na Liga Nacional: Campeão

O time que teve na Liga Japonesa a brasileira Cibele Barboza (ex-Barueri), finalmente coloca o Japão no Mundial de clubes. A temporada foi perfeita, com a conquista do bicampeonato nacional, os títulos das Copas nacionais e o asiático. Com a limitação de uma estrangeira por time do Japão, a equipe para o Mundial pode ser considerada fraca, ainda mais porque vem apenas com atletas do Japão. Mesmo assim, a tradicional escola japonesa deve engrossar os jogos para Molico e Dinamo, arrancando deles alguns sets, mas deve ficar na primeira fase.

Palpite MDV:
 primeira fase

 

Tabela:

Quarta-feira – 07/05

12h30 – Molico Osasco x Hisamitsu Springs

15h – Volero Zurich x Sesi-SP

 

Quinta-feira – 08/05

12h30 – Dinamo Kazan x Hisamitsu Springs

15h – Volero Zurich x GSP

 

Sexta-feira – 09/05

12h30 – Sesi-SP x GSP

15h – Dinamo Kazan x Molico Osasco

 

Sábado – 10/05

10h30 – 1º lugar chave B x 2º lugar chave A

13h – 1º lugar chave A x 2º lugar chave B

 

Domingo – 11/05

9h – Disputa de 3° lugar

11h30 – Final

 

Transmissão :

Nenhuma emissora do Brasil anunciou a transmissão do torneio até o momento. O site Laola.tv irá transmitir todos os jogos, porém, segundo o site, os jogos não estarão disponíveis para o Brasil. Há a expectativa do Sportv, que através da Rede Globo, é parceira da FIVB na transmissão para o Brasil, dos jogos finais serem transmitidos pela emissora.




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