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Monday 1 June 2020
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Ranking e estrangeiras: Nova votação acontece nesta quinta-feira (19)

Após protestos e polêmicas, uma nova votação para definir as diretrizes da Superliga Feminina 2020/2021 acontecerá nesta quinta-feira (19). Pelas redes sociais, a Comissão Atletas Vôlei Brasil (CAV Brasil) manifestou novamente posição favorável ao fim do ranking das atletas de 7 pontos, bem como a manutenção do limite de duas estrangeiras por equipe. Desta vez, as entidades com direito a voto farão por videoconferência

Na primeira votação, os votos do Curitiba Vôlei e do São Paulo/Barueri, feitos por e-mail, não foram aceitos e o resultado ficou em 5 a 4 a favor do ranking, além da possibilidade de três estrangeiras. A CAV Brasil, que na ocasião foi representada pelas ponteiras Amanda Campos e Fernanda Garay.

A atual lista das atletas de sete pontos é formada por: Dani Lins, Fabiana Claudino, Fernanda Garay, Gabi Guimarães, Natália Zilio, Tandara Caixeta, Thaisa Daher, Tifanny, Macrís e Fabíola.

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Sobre o Ranking e o aumento de estrangeiras na Superliga!!! No próximo dia 19/03 haverá uma NOVA VOTAÇÃO sobre o Ranking na Superliga feminina. A posição da Comissão de Atletas é CONTRA a utilização do ranking e a pontuação de atletas. Gostaríamos também de ressaltar que somos CONTRA o aumento de estrangeiras em nosso campeonato. Atualmente é possível ter 2 atletas por equipe e foi votado um aumento para 3 atletas por equipe. Visto que essa possibilidade cria uma situação de dificuldade para as nossas atletas brasileiras – que já vivem em um cenário de incerteza financeira, onde a atleta não tem garantias suficientes para suportar um aumento de concorrência no mercado – precisamos dar espaço para que jovens atletas possam ter oportunidade de crescerem e se desenvolverem dentro do nosso esporte. A Comissão de atletas entende que o aumento de estrangeiras pode sim enfraquecer o nosso desenvolvimento e desvalorizar nossas atletas a ponto de aumentar o desemprego e termos uma possível exportação dessas atletas sem oportunidades no Brasil. E isso em todos os níveis de investimento – visto que atualmente temos quase 10% de estrangeiras no mercado feminino brasileiro e 7 das 10 equipes classificadas para a temporada 20/21 têm atletas estrangeiras atuantes. Nós entendemos que diante da triste situação de pandemia mundial do COVID-19, diminuir a possibilidade das nossas atletas ficarem no Brasil é grave, e precisamos protegê-las dentro dos nossos campeonatos.

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