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Friday 4 December 2020
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Retrospectiva 2013: Seleção Brasileira

No capítulo de hoje de nossa retrospectiva sobre 2013, chegou a hora de falarmos da seleção brasileira. O primeiro ano pós-olimpíada foi cheio para as seleções de Bernardinho e Zé Roberto. Dando início ao período de renovações, ambos os técnicos testaram muitos jogadores.

Entre os homens, as saídas certas de Giba e Serginho, além das ausências por contusão de Sidão e Murilo, abriram espaço para novos nomes, como Éder, Isac, Maurício Souza, Alan e a grande revelação Lucarelli. Outros nomes que já faziam parte do elenco, puderam se firmar, casos de Wallace, William, Lipe e Mário Jr.. Por fim, novos líderes surgiram na seleção. Bruninho, Lucão e Dante assumiram a responsabilidade de seus ex-companheiros.

Em quadra, os resultados dos homens foram positivos. O vice-campeonato da Liga Mundial contra a Rússia ainda mostrava que o time precisava crescer. A confirmação do Sul-Americano e a conquista do Mundial Sub-23 encheram de ânimo o time para a Copa dos Campeões. E foi lá que o Brasil mostrou força e confirmou sua evolução no ano ao superar Rússia, Itália e EUA para ficar com a taça.

Irreconhecível, Brasil perde para a Rússia e fica com o vice da Liga Mundial

Brasil bate Argentina e fica com o título do Sul-Americano

Brasil é campeão do Mundial Sub-23 Masculino

Brasil vence Itália e conquista o tetra da Copa dos Campeões

Brasil comemora reencontro com títulos e Bernardinho exalta a renovação

Já as mulheres tiveram um ano quase que perfeito. Além das vitórias e conquistas, o técnico José Roberto Guimarães conseguiu dar chances as novas jogadoras, fazer experiências e ganhar novas opções para a seleção, além de conseguir convencer velhos nomes à voltarem.

Nos dois primeiros torneios do ano, o técnico deu folga para Thaísa, Sheilla, Fabi e Fabiana. Para os torneios de Alassio e Montreux, o time tinha caras novas, como as irmãs Michelle e Monique Pavão, a levantadora Claudinha, as pontas Ellen, Gabi e Pri Daroit, a central Bia e a líbero Suellen. Jogadoras mais experientes, como Juciely, Adenízia, Tandara, Dani Lins, Fabíola e Fernanda Garay comandaram a equipe nos dois títulos invictos.

Primeiro torneio do ano, Montreux é a grande oportunidade para as novas

Brasil conquista primeiro título do ano em Montreux

Brasil arrasa a Itália e conquista o título do torneio de Alassio

Veio em seguida o Grand Prix e o Brasil teve os retornos nas campeãs olímpicas e de Natália, que cumpriu suspensão por doping. Alguns nomes como Tandara foram ausência por contusão. Com apenas uma derrota, para a Bulgária ( a que seria também a única do ano) o Brasil conquistou mais um título do torneio com atuações convincentes contra as grandes seleções.

 

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Após a equipe principal confirmar o título Sul-Americano no Peru, o time sub-23 acabou não tendo a mesma sorte no México e não chegou às finais do Mundial. Para fechar o ano em grande estilo, a Copa dos Campeões, que marcou reencontros.

No nosso lado, Walewska e Carol Gattaz voltavam ao time após grande hiato. Com algumas ausências pontuais, o treinador brasileiro se viu na opção de “convidar” a campeão olímpica ao retorno, após mais de cinco anos. No lado dos rivais, a veterana Sokolova voltava ao time russo querendo se vingar da derrota nas Olimpíadas. E o resultado todos lembram muito bem: Brasil campeão e Rússia… a deixa isso para lá. 

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