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Tuesday 1 December 2020
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Reunião na CBV apresenta mudanças na gestão da Superliga e define “rebaixamentos”

Foto: Divulgação/CBV

Uma reunião na sede da CBV, nesta segunda-feira (06/01), além de “definir” o local das finais da Superliga 2013/2014, também apresentou mudanças dentro da gestão do torneio, conforme a entidade havia prometido.

A entidade que administra o vôlei brasileiro apresentou a Comissão Gestora da Superliga aos dirigentes e técnicos dos clubes participantes da competição. 

A Comissão Gestora foi composta por cinco membros, quatro dos quais já haviam sido confirmados anteriormente. Nesta segunda, a CBV anunciou que o ex-jogador Luiz Eymard se juntará aos também ex-atletas Renan dal Zotto e Leila e a dois dirigentes da entidade: o superintendente técnico Renato D’Avila e o superintendente geral Marcos Pina.

“Agregamos pessoas para temos mais ouvidos e chegarmos mais facilmente ao consenso na escolha do melhor caminho para que a Superliga continue a evoluir. É hora de aprender com o que não deu certo e melhorar a competição”, afirmou Marcos Pina.

Para Renan, medalhista de prata nos Jogos Olímpicos de Los Angeles/84, a comissão ajudará o futuro da Superliga em longo prazo. “O voleibol é uma modalidade extremamente vitoriosa, com visibilidade, títulos e grandes atletas, mas estamos no momento de definir um padrão que dê mais estabilidade para planejamento de longo prazo”, disse.

E a primeira definição da nova gestão foi definir os critérios de participação dos times para 2014/2015. Segundo divulgado pela entidade, a partir de 2014/2015, as competições masculina e feminina terão 12 equipes cada: os oito primeiros colocados da edição anterior e o campeão da Superliga B estarão automaticamente garantidos, enquanto as três vagas restantes serão disputadas em um torneio classificatório, havendo a possibilidade de um convite.

“São muitas questões técnicas, de calendário e de formato que estão sendo revistas. Estamos em plena evolução de uma competição que precisa ganhar ainda mais relevância no cenário esportivo nacional”, avaliou Leila.

Hoje, no feminino, estariam garantidos Molico Osasco, Unilever, Vôlei Amil, Pinheiros, Banana Boat/Praia Clube, Brasília, São Caetano e Sesi. Equipes tradicionais ou que já se consolidaram, como Minas, Rio do Sul e São Bernardo, entrariam na seletiva, assim como Uniara, Maranhão e Barueri, que apesar de estreantes, chegam com projetos há longo prazo.

No masculino, as oito equipes seriam Sesi, Sada Cruzeiro, RJ Vôlei, Brasil Kirin, Canoas, Minas, Maringá e São Bernardo. Montes Claros, Taubaté, Voltaço e UFJF entrariam na seletiva.

Sobre as questões envolvendo o atraso de pagamentos do RJ Vôlei, a entidade não se pronunciou na nota sobre a reunião.




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