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Wednesday 21 October 2020
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Revelações da última Superliga são armas da seleção feminina sub-23

Foto: Alexandre Arruda/CBV

Elas têm entre 19 e 22 anos e um grande desafio pela frente. As 16 jogadoras que compõem a seleção brasileira sub-23 feminina de vôlei, que treinam nesta semana no Aryzão, o Centro de Desenvolvimento do Voleibol (CDV), em Saquarema (RJ), têm somente um objetivo no momento: o título do primeiro Mundial da categoria, que acontecerá, de 5 a 12 de outubro, em Tijuana e Mexicali, no México.

O grupo brasileiro é formado por jogadoras que tiveram destaque na última edição da Superliga, como a ponteira e capitã da equipe Ellen, do Pinheiros (SP), a levantadora Juliana Carrijo, do Banana Boat/Praia Clube (MG), e a oposto/ponteira Rosamaria, do Vôlei Amil (SP), além de outros jovens talentos do voleibol brasileiro.

Ellen liderou o Pinheiros na reta final da temporada passada. A equipe paulista chegou as quartas de final da Superliga e foi eliminada somente no terceiro jogo pelo Vôlei Amil. Nesse ano, a ponteira ganhou sua primeira chance na seleção principal e participou da campanha brasileira na conquista dos torneios de Montreux e Alassio. Ciente da responsabilidade de ser capitã, a jogadora aposta em boas apresentações no México.

“Foi uma grande experiência na seleção principal. Fiquei muito feliz de ter participado e treinado com um grupo vencedor. Isso me trouxe tranquilidade. Tento passar essa experiência para as meninas mais novas. Aprendi muito com a comissão técnica do adulto e com as meninas mais experientes”, disse Ellen.

A capitã da equipe acredita que a o grupo brasileiro pode fazer uma grande campanha no México e trazer mais um título de expressão para o Brasil.

“A seleção sub-23 é muito importante. A diferença do juvenil para o adulto é grande. Então, essa é uma oportunidade muito boa para mostrarmos o nosso potencial e, quem sabe, chegar a uma seleção adulta. Todas as meninas estão focadas. Os treinos estão muito bons e o pessoal está com muita vontade de conquistar esse campeonato”, afirmou a ponteira.

Se Ellen tem a experiência de ter jogado pela seleção principal, duas atletas que compõem o grupo brasileiro chegam à seleção sub-23 sem ter participado da Superliga. A central Valquíria e a ponteira Sonaly disputaram a última Liga Nacional pelo ADC/Bradesco (SP) e ganharam uma chance no grupo brasileiro.

Para Valquíria, a oportunidade é única. A jogadora é mais nova do grupo, com 19 anos, e, nesta temporada, conquistou a medalha de bronze no Mundial Juvenil, disputado na República Tcheca.

“Sou nova e ainda tenho que evoluir bastante, por isso, essa chance na seleção sub-23 é muito importante. Quero aprender e crescer como jogadora. Os treinos estão sendo muito positivos. Quero, um dia, chegar perto do nível de uma jogadora como a Thaísa, que é um dos meus ídolos no esporte, mas sei que preciso trabalhar muito. Essa competição preenche uma lacuna grande que existe entre o juvenil e o adulto”, garantiu a central.




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