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Wednesday 30 September 2020
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Rexona-AdeS apresenta sua equipe para a temporada 2014/15

Divulgação/Rexona AdeS

O Rexona AdeS apresentou oficialmente sua equipe para a temporada 2014/15 nesta quinta-feira (30/10), em evento realizado em Santa Teresa, famoso bairro do Centro do Rio de Janeiro. Completando seu 18º ano consecutivo, o time, mais vitorioso da história do vôlei brasileiro, vai em busca de mais títulos com um elenco formado apenas de jogadoras brasileiras, comandadas por Bernardinho e sua comissão técnica, à frente do projeto desde a sua criação, em 1997.

Com cinco novas peças, o treinador acredita na mescla de experiência e juventude para atingir seu objetivo de toda temporada: brigar pelo lugar mais alto do pódio em todas as competições. O primeiro, o 11º título Estadual seguido, já foi conquistado na última segunda-feira.

Fora das quadras, o Rexona AdeS também continuará sendo vencedor. Com o patrocínio mais longevo do vôlei brasileiro, a Unilever manteve o compromisso de proporcionar para as atletas e comissão técnica as melhores condições para realizarem seu trabalho. Além disso, mantém o investimento no social, que também completa 18 anos nesta temporada.

O primeiro compromisso da equipe será já na próxima sexta-feira (07/11), às 21h30, na abertura da Superliga feminina, diante do Rio do Sul, no Tijuca Tênis Clube. Nesta temporada, o Rexona-AdeS disputará ainda a Copa Brasil, em janeiro, e o Sul-Americano, em fevereiro. Caso conquiste o título na competição continental, terá o direito de disputar o Mundial de clubes, em maio.

Acompanhe o que foi falado a respeito do projeto pelas atletas e comissão técnica da equipe.

Bernardinho – “São 18 anos, entramos na maioridade e acredito que, no Brasil e talvez no mundo, não haja uma parceria privada de tão longa duração. Lá em 1996 quando pensamos em iniciar este projeto, no primeiro contato eu recusei porque eu pensava que não adiantava comandar mais uma equipe feminina por comandar, eu treinava o time de vôlei feminino de maior sucesso que era a seleção feminina na época, mais um não faria diferença. Foi quando o patrocinador explicou que o intuito era integração do esporte com a sociedade, a ideia maior era poder levar entretimento através da equipe de vôlei e exemplo para a criançada através das atletas. Hoje, estamos presentes em mais de 15 escolas publicas só na região metropolitana do Rio de Janeiro, onde ensinamos os professores e alunos a terem gosto pela atividade esportiva e assim contribuirmos para a excelência do esporte. Vamos para mais uma temporada onde iniciamos, como em todos os anos, visando chegar a final. O que queremos ver é o nosso trabalho duro de cada treino, de cada dia, dar o resultado esperado. Temos uma equipe muito bem estruturada com a chegada das cinco novas atletas, as quais eu já queria trabalhar a algum tempo e agora chegou o momento certo, além da nossa base em quem eu confio muito. E além disto tem as outras equipes que sempre querem dar o melhor quando nos enfrentam e para isto se reforçaram com peças muito importantes. Vamos, no entanto, um degrau de cada vez”.

Regiane – “Quando eu cheguei nesta cidade, vinda do interior de São Paulo eu pensei, meu Deus o que eu vou fazer? Eu tinha medo de sair de casa, porque tudo que eu via na televisão de violento, não conseguia tirar da cabeça. Mas eu ia treinar e pensava, as pessoas estão felizes, estão nas ruas, eu também quero aproveitar, e aí deslanchou o meu amor pela cidade, pelos cariocas, pela torcida do time e estou aqui muito feliz até hoje. Ganhei o famoso apelido de Diva e até as companheiras brincam o tempo todo com isto. A torcida daqui é diferente e empurra a gente como poucas no mundo. Este ano queremos jogar felizes, muito mais felizes por fazermos parte da temporada que encerra a carreira da Fofão, que é esta pessoa maravilhosa. Vamos fazer de tudo para os nossos torcedores se saírem mais uma vez muito felizes”.

Mayhara – “Vim porque eu pensava em crescer ainda mais na concepção como atleta e pessoa. Esta comissão técnica proporciona isto de maneira impar. E estou amando a cidade, as pessoas, tudo é e tem sido incrível. Tenho focado muito em treinamento de bloqueio, quero ajudar o time sempre que solicitada e tenho mesmo que me preparar muito, pois temos grandes atletas aqui no nosso time, que me inspiram a crescer cada vez mais”.

Andreia – “Eu me sinto mais madura, sou uma jogadora que tem um caminho percorrido com muita vontade de sempre aprender mais e por isto estou aqui. Já comentei que substituir uma oposta como a Sarah Pavan é muito motivador, pois todos já estavam cientes do potencial dela e agora é a minha vez de mostrar trabalho e dedicação e manter o time no caminho das vitórias. A Bruna é outra oposta muito versátil e que cresce de rendimento a cada temporada. Fico feliz em estar aqui, a cidade me acolheu de maneira incrível. Eu que sou de São Paulo e só saí da cidade uma vez para a Coreia, agora estou apaixonada pela cidade maravilhosa e pela receptividade dos torcedores. Sei que vou me sentir cada dia mais confortável para treinar e focar nos objetivos da equipe”.

Carol – “Eu estou na segunda temporada depois que saí e voltei para a equipe, e posso dizer o quanto toda a atmosfera que me cerca me faz bem. Eu tenho cuidado de observar estes pequenos detalhes, porque tudo que nos ajuda a crescer como profissionais e pessoa deve ser bem valorizado, então o carinho da torcida, da imprensa, da comissão e de minhas companheiras é algo que me motiva demais. A cidade eu já conhecia e já gostava, mesmo porque tenho uma avó que é daqui a qual eu sempre visitei desde criança. Então me sinto mesmo em casa. E quero ajudar a equipe a chegar ao feito inédito de sua decima primeira final consecutiva”.

Fabi – “Cada ano é um sentimento novo, chegam novas companheiras, novos desafios surgem e consequentemente as energias se renovam para podermos todos juntos, atletas, comissão e torcedores, estarmos mais fortes e unidos. Ao longo de todos estes anos aqui vi companheiras indo, voltando, tomando novos rumos, mas sempre olho com carinho para a minha posição de libero. Hoje temos aí a Léia e a Camila despontando de vez no cenário mundial e fazendo bonita. A Léia é minha amiga mesmo antes de jogarmos, e sempre nos espelhamos nas asiáticas. A Camila então nem se fala. O fato é que a nossa posição divide uma responsabilidade muito grande hoje em dia. Na seleção, por exemplo, a libero tem a mesma importância das atletas de decisão, como Sheilla, Fabiana, Garay, e isto inspira a moçada a querer investir na posição”.

Fofão – “Estou certa de minha decisão de encerrar a carreira. Quem me conhece, sabe o quanto penso muito antes de tomar uma decisão e, sendo assim tão importante, não poderia deixar de pensar muito bem mesmo. Mas eu quero, no entanto, continuar até o final da temporada acordando alegre para ir treinar, sabendo que vou ter ali estas meninas incríveis ao meu lado e esta comissão que dispensa elogios. Vou me dedicar cem por cento à esta equipe que me fez sentir alegria novamente de jogar vôlei em alto rendimento. Parabéns a nossa equipe pelos seus 18 anos e que venham muitos e muitos mais”.




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