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Wednesday 21 October 2020
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Rexona-AdeS vence Molico/Nestlé e conquista o título do Sul-Americano

Crédito: Divulgação/Rexona-Ades

Crédito: Divulgação/Rexona-Ades

 

O Rexona-Ades (RJ) é o campeão do Sul-Americano feminino de clubes. Neste domingo (08/02), a equipe carioca venceu, de virada, o Molico/Nestlé (SP) por 3 sets a 1 (15/25, 25/21, 25/22 e 25/14), no ginásio José Liberatti, em Osasco (SP). Com o resultado, o time comandado pelo treinador Bernardinho garantiu vaga no Mundial de clubes, que será disputado em Maio, na Suíça. A medalha de bronze ficou com o San Martin Porres, do Peru.

 

O Rexona-Ades terminou a competição com cinco vitórias em cinco jogos e apenas um set perdido. Na decisão, o destaque foi a central Juciely, maior pontuadora do jogo, com 17 acertos (14 de ataque, dois de bloqueio e um de saque). As ponteiras Natália e Gabi marcaram 14 e 13 pontos, respectivamente, enquanto a central Carol fez 11 pontos, sendo seis de bloqueio. Pelo lado do Molico/Nestlé quem mais pontuou foi a ponteira Carcaces, com 15 acertos.

 

A levantadora Fofão, capitã do Rexona-Ades, comemorou a vitória e elogiou a força do grupo na partida deste domingo contra o time de Osasco. “Nosso time estava preso no início da partida. Naquele momento, tivemos que levar um puxão de orelha, pois tínhamos condições de jogar melhor. A partir do segundo set jogamos como um grupo e isso nos levou a vitória. Esse é o diferencial do Rexona-Ades. Estou muito feliz de ter carimbado o passaporte para a minha última competição”, disse a levantadora Fofão, lembrando que deve se aposentar depois da disputa do Mundial, em Maio.

 

A líbero Fabi, que foi eleita a melhor da sua posição na competição, falou sobre a dificuldade de enfrentar o Molico/Nestlé e ressaltou a recuperação do Rexona-Ades depois da derrota no primeiro set. “Os jogos contra o Molico/Nestlé são sempre muito difíceis. Elas começaram muito bem a partida, mas conseguimos nos recuperar a partir do segundo set. Todo o grupo jogou muito bem. O segundo e o terceiro sets representam a realidade desse confronto. Foi uma vitória de um grupo. Estou muito feliz”, afirmou Fabi.

 

Pelo lado do Molico/Nestlé, a levantadora Dani Lins lamentou a derrota e as oportunidades perdidas durante a partida. “Temos que ter paciência e sempre forçar o jogo. Não podemos baixar a guarda em momento algum. Elas jogaram bem, mas erramos muito. Demos muitos pontos e isso não pode acontecer. É complicado já virar a página neste domingo, mas na reapresentação precisamos entrar com outra cabeça, porque temos a Superliga pela frente, outro campeonato importante. Queremos muito ganhar, porque faz tempo que o clube não vence”, comentou Dani Lins.

 

Seleção do campeonato

MVP – Carcaces (Molico/Nestlé)

Melhor levantadora – Dani Lins (Molico/Nestlé)

Melhor oposto – Mari (Molico/Nestlé)

Melhor ponteira – Gabi (Rexona-Ades)

Segunda melhor ponteira – Angela Leyva (San Martin Porres)

Melhor central – Milagros Hernandez (Aragua)

Segunda melhor central – Carol (Rexona-Ades)

Melhor líbero – Fabi (Rexona-Ades)




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aline

Carcaces MVP? RIDÍCULO!!! Se teve alguém que jogou muito nesse foi a garota PERUANA de apenas 18 aninhos,ANGELA LEYVA, que tem um COICE na mão, foi a ponteira-passadora mais forte desse sul-americano, mas como não foi para a final, não ganhou o MVP. ANGELA LEYVA tem futuro, ainda juvenil levou esse time peruano nas costas e fez jogo duro com o MOLICO, garota de personalidade. Tinha previsto um 3×0 para o Rexona na final, pelo que tinha visto das 2 equipes durante o sul-americano, mas de qualquer forma deu Rexona. Mérito total de Bernardinho que sabe trabalhar com o que… Ler mais »

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Parabéns, Rio. Agora, vou contar uma coisa. Todas as jogadoras do Rio chama o time de Rexona, mas elas em nenhum momento chamam o Osasco de Molico. Acho um desrespeito tremendo com o patrocinador do Osasco. As próprias jogadoras do Osasco chamam direto o Rio de Rexona e não vejo razão pela não reciprocidade. Que coisa, hein!

Jogo perdido no psicológico, como sempre vem acontecendo.

Bom foi ver Mari voltando a jogar em bom nível. Se continuar como titular, poderá fazer alguma coisa nos play offs e mudar esta triste histórica do Osasco de vices e derrotas dolorosas.

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