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Tuesday 29 September 2020
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Sandro e Renan aproveitam o intervalo longo para afinar o entrosamento para duelo pelos playoffs

Foto: Luis Ventura/Melhor do Vôlei

O time do Sesi-SP estava completo e pronto para a disputa dos playoffs da Superliga Masculina 2013/2014. Mas o azar bateu nas portas da Vila Leopoldina e, no primeiro jogo das quartas-de-final, contra o São Bernardo, o oposto Evandro se machucou e deu adeus à competição.

A missão de ser o “desafogo” do levantador Sandro passou para o gigante Renan, de 2,17m, que respondeu muito bem e manteve o nível. Na segunda partida contra o time do ABC paulista, vitória do Sesi-SP por 3 A 1 e Renan fez 12 pontos. Na primeira semifinal contra o Vôlei Brasil Kirin, a dupla funcionou de novo e Renan desceu mais 11 bolas nas quadras rivais.

O canhoto da camisa 1 reconhece um pouco de dificuldade no início, mas comemorou as semanas de treino e hoje já se sente bem mais acertado com Sandro.

“O entrosamento foi bem difícil no começo, ao entrar no meio do jogo primeiro playoff diante do São Bernardo, nas quartas de final] em que o Evandro lesionou. As duas últimas semanas foram bem intensas no trabalho de acerto de bola. Recebi muitas bolas durante os treinos para a gente se entrosar mesmo, para afinar bem os detalhes. No último jogo foi bem melhor. Já estou bem mais acostumado com a bola do Sandro”, disse Renan, que só ficou atrás de Lucarelli na pontuação das duas últimas partidas.

O outro lado da jogada também gostou do tempo que o time ganhou para treinar e se ajustar com seu “novo” atacante. Para Sandro, só com treino para acertar tudo, e todo tempo disponível deve ser utilizado.

“Sempre tem coisa para se ajustar. O Renan está entrando, teve uma semana de treinamento com a equipe titular, foi bem no último jogo e ajudou bastante. Temos tempo bom para ajustar esses detalhes, continuar trabalhando nossas virtudes e chegar bem para o segundo jogo em Campinas”, apontou o capitão.

Para o técnico Marcos Pacheco, o cenário não é simples e passa por uma adaptação dos dois lados. Também elogiando os 10 dias de treinos até a segunda partida, Pacheco só ressaltou que a intensidade precisaria aumentar para os dois. E o foi exatamente o que a equipe fez.

“Botamos intensidade e treinamos forte para que o time tenha cada vez mais sincronismo, para que a relação Sandro/Renan melhore. Era um destro na posição (Evandro) e entrou um canhoto. Para o levantador não é fácil. Parece que é fácil, mas não é. Mudaram o timing e a velocidade de bola, e isso precisa de treino. E agora, finalmente, estamos tendo tempo para treinar”

O Sesi-SP enfrenta o Vôlei Brasil Kirin neste sábado, às 9h30, no Ginásio do Taquaral, em Campinas, na segunda partida das semifinais da Superliga. Em caso de vitória do time paulista, a série se encerra. Caso o Brasil Kirin saia vitorioso, um terceiro jogo será disputado terça-feira, na Vila Leopoldina para definir a vaga para a final.

Na outra chave, o Sada Cruzeiro já se garantiu na decisão após vencer as duas partidas contra o Vivo Minas. A final da Superliga será domingo, 13/04, em Belo Horizonte.




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