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Friday 6 December 2019
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Selecionáveis: Minas comemora reconhecimento da base

Atletas formados nas categorias de base foram convocados para a seleção adulta. (Imagem: Divulgação)

Falar que o Minas é um dos maiores formadores de atletas do Brasil não é nenhuma novidade. Os fatos são comprovados quando se olha a atual geração do voleibol brasileiro. Dá para se montar, pelo menos, dois times, escalando jogadores que foram revelados pelo Clube. Um exemplo recente, ocorreu na semana passada. O técnico Renan Dal Zotto, da seleção brasileira masculina Adulta, convidou dez jovens atletas para treinarem com a seleção em Saquarema (RJ), no Centro de Desenvolvimento de Voleibol (CDV). Dos 10 convidados por Renan, cinco disputaram a última Superliga pelo Minas. Foram chamados o levantador Eduardo Carísio, o oposto Felipe Roque, o líbero Rogério Batista (Rogerinho), o ponteiro Henrique Honorato e o central Cledenilson Souza (Pingo).

O técnico Renan Dal Zotto convidou os jovens atletas com o objetivo de conhece-los melhor, já que, no futuro, eles podem ser os representantes do Brasil em competições internacionais. A metade dos chamados por Dal Zotto, disputaram a última Superliga pelo Minas e são lapidados por Nery Tambeiro e sua comissão técnica. “Aqui no Minas não tem vaidade. O trabalho é feito em conjunto, desde as categorias de base (Sub-14, Sub-15, Sub-16, Sub-17, Sub19 e Sub-21). Os técnicos destas categorias já trabalham o atleta para que ele chegue aos 20, 23 anos com as ideias e a filosofia do Nery, que é um dos treinadores mais inteligentes do Brasil. Isto não é mérito desse ou daquele. Quem ganha, é o Minas”, explica o diretor de Vôlei Masculino, Elói Lacerda de Oliveira Neto.

O dirigente minastenista ressalta que a formação de atletas está no DNA do Clube e isso deve ser lembrado e sempre muito valorizado. “Dos 10 chamados por Renan, cinco são do Minas. Isso é histórico. O Clube, hoje, é a coluna vertebral, o oxigênio e o sangue da renovação do voleibol brasileiro. Nenhum Clube no Brasil faz isso. Entendo isso como algo mágico e o crédito tem que ser dado ao Departamento de Voleibol, que segue um projeto da diretoria do Minas”, conta.

Na edição 2017/18 da Superliga, o Minas terminou a fase de classificação em quinto lugar, com 44 pontos. O quarto colocado foi o Taubaté, com 47. Em sexto lugar, ficou o Corinthians, com 33. “O nosso desafio maior é formar um time para disputar títulos nacionais com atletas formados pelo Minas e, isso, está próximo de acontecer. É claro que vamos precisar de apoio financeiro, mas não queremos montar time milionário, como se vê, hoje, por aí. Queremos também que a torcida e os sócios acreditem neste projeto, vistam esta camisa com a diretoria e com o Departamento de Vôlei. O Minas, hoje, incomoda os grandes. Nessa Superliga, por exemplo, tivemos ¼ de investimento das equipes que disputam as finais da Superliga e vencemos o Sesi-SP, finalista da competição, duas vezes, por exemplo. Fizemos jogos duros contra o Taubaté e o Cruzeiro, que foram os primeiros da fase classificatória. Terminamos a primeira fase em quinto lugar, a três pontos do quarto, e a 11 do sexto, quer dizer: estamos mais próximos do grupo de cima, com jovens atletas formados no Clube”, ressalta Elói.

O atual chefe do Departamento de Vôlei Masculino do Minas, Carlos Castanheira, o Cebola, destaca que o Minas é o celeiro do voleibol brasileiro e isso vem de décadas. “Quando relembramos atletas formados no Clube, temos diversos exemplos. Hoje, além destes cinco convidados para a seleção, temos, ainda no Minas, como grande exemplo, o central Flávio. Ele é a nossa bola da vez. Chegou ao Minas há dez anos, cresceu por aqui, foi moldado, passou por todas as categorias de base e, agora, serve de espelho para outros jovens no time Adulto”.

Cebola faz questão de ressaltar que os resultados são frutos de todos os envolvidos. “Outro exemplo de que os méritos são para todos, está no experiente Marlon, que, além de liderar o grupo, nos ajuda a preparar a cabeça desses atletas novos. O levantador Carísio, por exemplo, está lado a lado com o Marlon, que também nos ajuda no trabalho com essa juventude. O processo é feito por todos, cada um tem a sua parcela de importância e ninguém quer tirar vantagem com isso, não tem vaidade. Um ganha, todos levam”, destaca Cebola, que, enquanto treinador, foi campeão brasileiro com a equipe feminina do Minas (1992/93) e tricampeão da Superliga com o time masculino (1999/00, 2000/01, 2001/02).

O técnico da equipe Adulta do Minas, Nery Tambeiro, também destaca que todo o sucesso do Clube na revelação de atletas se deve ao trabalho desenvolvido fora das quadras. “O atleta aqui no Minas começa a ser preparado bem jovem, nas categorias de base. Além do trabalho técnico em quadra, ele passa por psicólogos, preparadores físicos, médicos, nutricionistas e pelo Departamento de Ciência do Esporte, que dá um suporte muito forte neste processo de formação. Tudo isso faz parte do trabalho, e o resultado é esse que a gente está vendo aí, jovens atletas despontando em quadra e chamando a atenção do treinador da seleção Adulta”, comentou Nery.

O que disse Nery, Cebola e Elói pode ser confirmado por quem está na Quadra. Para o líbero Rogerinho, de 23 anos, um dos cinco convidados por Renan Dal Zotto, a estrutura do Minas e a filosofia do Clube são essenciais para a formação do atleta. “Cheguei ao Minas em 2015, com 19 para 20 anos. Desde a minha chegada, sinto que me qualifiquei muito. Percebo uma melhora grande tecnicamente e psicologicamente também. O Nery é um dos responsáveis por isso. Ele transformou minha ‘fraqueza’ (referindo-se à altura), em qualidade para eu ser mais rápido em quadra. Acredito que o nosso trabalho diário e a persistência do treinador me ajudaram muito. Eu sempre quis vir para o Minas, devido a essa referência na revelação de atletas, pois sabia que aqui, o trabalho seria mais forte. Acredito que não poderia ter um lugar melhor para o meu desenvolvimento, se não fosse aqui. Já me considero em casa e sinto que sou um pouquinho mineiro”, brinca Rogerinho.

Além dos cinco minastenistas, estão com a seleção brasileira Adulta os ponteiros Leozinho (JF Vôlei), Victor Cardoso (Itapetininga) e Djalma (voleibol da Itália). Além deles, Renan chamou o oposto Abouba, que passou pelo Minas, e Matheus Bispo, recém- anunciado como reforço do Minas para a temporada 2018/19.




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MineirimJaqueline PicoliDominique indiozinho do adenet no ta no arZhuttinhaHenrique Recent comment authors
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Mineirim
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Mineirim

Minas é top uai! Uma pena o Flávio não estar na Seleção, pra mim ele ataca e bloqueia muito mais que o Tiago Barth, que só tem saque. Será que só porque ele joga no SESC/Rio foi convocado?!?! Afinal a panelinha continua neh Renan Dal Zotto…

Henrique
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Henrique

O volei do Brasil deve muito, mas muuuuuito mesmo ao Minas e Pinheiros, que mesmo quando não possuem grandes investimentos, fazem com a que base permaneça.
Obs: O Honorato tem vaga garantida no meu time, principalmente o la de casa kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Zhuttinha
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Zhuttinha

Honoroto, Roque e Petrus sao uma delicias….

Jaqueline Picoli
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Jaqueline Picoli

Sou amiga do irmão do Felipe. Todos os 3 irmãos enormes hehehehehe

Dominique indiozinho do adenet no ta no ar
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Dominique indiozinho do adenet no ta no ar

Mona Assumido

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