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Thursday 22 October 2020
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Sem Cuba nos Jogos, Ramirez está na torcida pela seleção brasileira

Divulgação

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A rivalidade entre Brasil e Cuba no vôlei feminino é histórica. Porém, nas Olimpíadas de 2012, o coração de Daymi Ramirez é totalmente verde e amarelo. A oposto cubana do time da Amil está torcendo para a Seleção Brasileira nos Jogos de Londres. “E vou torcer muito mesmo, de verdade”, garante a atleta da equipe de Campinas, que defendeu seu país até 2008, conquistando a medalha de bronze em Atenas/2004 e o quarto lugar em Pequim/2008.

Daymi está acompanhando o vôlei do Brasil em Londres com a possibilidade torcer sem nenhum peso na consciência. Afinal, Cuba não se classificou para jogar em Londres. “Ela é quase uma brasileira agora”, brinca a ponteira Soninha, companheira da cubana na Amil. “É veradade. Falta pouco”, concorda Ramirez, entre risos durante o treinamento da equipe, que se prepara para o Campeonato Paulista em Campinas.

Em sua terceira temporada no Brasil, Ramirez se mostra totalmente adaptada ao país e confessa nunca ter sentido uma rivalidade particular diante das atuais campeãs olímpicas. “No meu tempo de seleção, sentia que todo mundo queria ganhar de Cuba. Por isso, tínhamos de entrar com tudo. As brasileiras têm um grande time e sempre fizemos jogos duros, mas a rivalidade ficava na quadra”, explica a oposto, que confia em um pódio para o time do técnico José Roberto Guimarães, mas não arrisca palpite sobre a cor da medalha. “Vai ser um torneio difícil, pois temos cinco, seis equipes parelhas. Mas confio na força coletiva do Brasil.”

Ex-atletas da seleção, Soninha e Walewska também acreditam em bom desempenho


Soninha, por outro lado, aposta na conquista da segunda medalha de ouro consecutiva para o vôlei feminino nacional. “Minha expectativa é positiva. Acredito que o time vai se entrosar cada vez mais e chegar lá. O Zé Roberto esteve em Campinas para bater um papo com a gente antes de embarcar para Londres e disse que a equipe está bem. Estou confiante”, afirmou a ponteira, que revela uma torcida especial para os representantes da Amil nos Jogos Olímpicos: a levantadora Fernandinha e a comissão técnica comandada por José Roberto Guimarães.

Campeã olímpica em 2008, Walewska acredita que a tônica no início do torneio do vôlei feminino será de jogos duros para o Brasil. “A Seleção Brasileira está em uma chave importante e difícil, com os Estados Unidos, inclusive, e deve usar isso para ganhar força visando a fase decisiva da competição”, disse. Além de Turquia e EUA, o time de Zé Roberto terá Sérvia e China pela frente no Grupo B. “Estou na torcida por um grande resultado das meninas, até porque, o bom desempenho delas ajuda a todos nós no desenvolvimento e crescimento do vôlei nacional”, completa Wal.




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