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Wednesday 21 October 2020
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Sem Luizomar para o duelo contra Brasília, Dani Lins enfatiza: “Confiamos no Jefferson e na comissão técnica”

Crédito: João Pires/Fotojump

Crédito: João Pires/Fotojump

 

Ganhando por 1 a 0 a série de quartas de final da Superliga, o Vôlei Nestlé precisa de mais um triunfo contra o Terracap/Brasília Vôlei para conquistar a vaga nas semifinais da competição. A primeira chance está marcada para esta segunda-feira (14/03), às 21h, no ginásio Sesi Taguatinga, no Distrito Federal. Ainda sem Luizomar, a equipe de Osasco será comandada pelo assistente técnico Jefferson Arosti. No primeiro jogo, no José Liberatti, Dani Lins e suas companheiras venceram por 3 sets a 0, em partida que fez parte das comemorações dos 150 anos da Nestlé no mundo.

 

O técnico Luizomar está bem e deixou a UTI na noite de sábado. Ele está no quarto e continuará internado para novos exames. Enquanto isso, o Vôlei Nestlé será comandado por Jefferson, que tem 42 anos e ocupa o cargo assistente de Luizomar há mais de 15 anos. Os dois começaram a trabalhar juntos na temporada 2000/01, quando conquistaram a Superliga pelo Flamengo. A relação profissional é ainda mais longa, pois ambos se conheceram na época que eram jogadores e integraram outras comissões técnicas antes de chegarem aos postos de treinador e assistente.

 

Dani Lins destaca a confiança da equipe em Jefferson e espera que o time repita as virtudes do primeiro jogo. “Precisamos entrar determinadas e pensando em não errar. Temos que repetir o que fizemos no primeiro jogo, quando neutralizamos as jogadas mais importantes delas, defendemos bem e conseguimos ser eficientes no saque. Confiamos no Jefferson e na comissão técnica. Ele trabalha há bastante tempo com o Luizomar e está bem alinhado com ele. O Jefferson vai comandar muito bem e vamos fazer de tudo para conquistar mais uma vitória e a classificação”, afirma a levantadora.

 

Na fase de classificação, o confronto em Brasília foi vencido pelo Vôlei Nestlé por 3 a 2. O técnico interino sabe que sua equipe não terá vida fácil fora de casa. “Sabemos das dificuldades de jogar em Brasília. Apesar de não ter muito tempo, trabalhamos algumas coisas que erramos no primeiro jogo e fizemos as correções necessárias. As jogadoras mostraram que estão conscientes do que precisam fazer. Estamos cientes que seremos pressionados, mas não podemos aceitar. Temos que entrar com saque agressivo desde o início do jogo e fazendo nossa virada de bola com eficiência para que a pressão fique do lado deles. Vamos elaborar uma estratégia que coloque o adversário em dificuldade para que obtenhamos sucesso em cima das fragilidades que possuem”, analisa Jefferson.

 

Na atual edição da Superliga, as equipes se enfrentaram três vezes, sendo duas na fase de classificação. No primeiro turno, fora de casa, o Vôlei Nestlé ganhou por 3 a 2. No returno, no José Liberatti, 3 a 0. A primeira partida das quartas de final, em Osasco, mais uma vitória em sets diretos. São dez confrontos na história, sendo nove pela Superliga, e o time de Osasco nunca foi derrotado. Os primeiros quatro encontros aconteceram na edição 2013/14, com vitórias no primeiro e segundo turnos, respectivamente, por 3 a 0, em casa, e 3 a 1, fora. Nas quartas de final, 3 a 0, como mandante, e 3 a 1, fora de seus domínios. Outros dois confrontos na edição de 2014/15, com vitória, em Brasília, por 3 a 0, e, em Osasco, por 3 a 1.




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Will Lopes

Boa recuperação para Luizomar. Acho que Nestlé/Osasco fecha a série, mas não deve ser 3 a 0. Brasília jogando em cada deve vender caro a derrota. Vamos ver se a Carcaces continua bem no ataque e se Lise enfim desabroche, embora depende da jaqueira da Dani. Brait precisa urgente a ser a grande passadora e as meios definidoras e bloqueadoras como já foram.

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