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Monday 30 November 2020
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Sem o gosto da revanche, resta a Rússia parabenizar o Brasil

Foto: FIVB

“A vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena”. A velha frase dita por Seu Madruga no seriado Chaves coube muito bem na seleção russa neste sábado (16/11) em Tóquio.

Sedentas pelo desejo de derrotar o Brasil, serem campeãs e provar alguma coisa sobre sua capacidade à todos, o time russo acabou sendo pego por seus próprios erros. Logo após a derrota para as brasileiras, o técnico Iury Marichev e suas jogadoras tiveram que dar explicações e a eles restou apenas “se curvarem” a superioridade atual do Brasil.

A capitã Ekaterina Pankova foi simples ao falar sobre o jogo. “Parabéns ao Brasil. Sabemos que elas são um time muito forte e poderoso e sempre vamos vê-las como um grande rival. Elas têm mais experiência, e é o que nós precisamos ganhar. Cada jogo é difícil para nós aqui, mas como uma equipe, estamos começando a construir a nossa força.”

Já Marichev, que na chegada a Tóquio disse que pensava no Brasil, antes mesmo de enfrentar os EUA, em seu discurso deixou claro o entendimento de que a Rússia tem muito a aprender com o nosso time. “Hoje, eu tinha que pensar sobre como jogar com este time forte no Brasil. Este jogo foi um teste para ver como podemos jogar contra equipes fortes. Eu ainda tenho que pensar em como eu posso fazer coisas contra equipes fortes no futuro. Mas eu estava muito satisfeito com os nossas jogadores menos experientes hoje.”

Sokolova, uma das que nas prévias do Grand Prix mais pregavam o desejo de enfrentar e vencer o Brasil acabou não falando na coletiva oficial.

 




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