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Tuesday 1 December 2020
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Sesi quebra hegemonia, tira Unilever e vai decidir a Copa Brasil

Foto: Alexandre Arruda/CBV

Pela segunda vez em 10 anos, Unilever e Molico Osasco não irão fazer uma final nacional. O Sesi-SP, de forma surpreendente para os torcedores, quebrou essa hegemonia em Maringá, nesta sexta-feira (17/01). A última vez que as equipes não fizeram uma final foi justamente na Copa Brasil, em 2008. Antes disso, em 2004, na Superliga.

Com parciais de 18-21, 21-13, 22-20 e 21-19, o time da indústria garantiu sua primeira final nacional.

Pensando num melhor passe, Bernardinho iniciou o jogo com Régis em lugar de Mihajlovic, além de promover o retorno de Fofão. O Sesi-SP manteve o time da vitória contra o Praia.

O Sesi-SP iniciou o jogo surpreendendo e de cara emplacou um 4-1, obrigando Bernardinho a pedir tempo. Na primeira pausa técnica, a vantagem foi mantida: 7-4.

Com boa distribuição de Fofão e com um saque mais forçado, a Unilever começou a buscar o empate no placar. No lado paulista, a equipe, mesmo encontrando dificuldades em alguns lances mantinha a calma e assim, forçando as cariocas há erros, se manteve em vantagem e ampliou-a com bloqueios seguidos na segunda parada obrigatória: 14-8.

Reclamando um pouco da “escuridão” do ginásio Chico Neto, a Unilever estava irreconhecível. Nem mesmo a entrada de Mihajlovic em lugar de Régis mudou a história. Apenas depois de um tempo técnico e uma bronca de Bernardinho o time acordou. Quem começou a parar no bloqueio e errar foi o Sesi, que viu a vantagem de 17-9 evaporar e a Unilever virar para 18-17 e vencer por 21-18 em uma das maiores reações desde a implantação da regra dos 21 pontos.

O segundo set começou com o Sesi abrindo 4-2, mas uma sequencia de saques de Carol colocou a Unilever em vantagem de 5-4. Após estar na frente por 8-7, a equipe carioca voltou a cometer erros e cedeu a virada para as paulistas, obrigando Bernardinho a pedir tempo com 8-11 contra.

Com o passe ruim e uma consequente queda de rendimento no ataque, o Sesi começou a repetir o que fez na metade do primeiro set. E desta vez, o Sesi não cometeu os erros de antes. Fez uma boa vantagem e manteve. Finalizou a parcial com Dayse na bola de xeque fazendo 21-13.

Como em outros sets, o Sesi começou bem e abriu 7-4 no primeiro tempo da terceira parcial. Atrás a Unilever novamente correu atrás no placar e numa reação menos incrível que a do primeiro set, virou de 7-10 para 12-10, com bloqueios e erros do ataque rival.

Com a inconstância dos dois times, o Sesi conseguiu buscar o empate e deixar a partida emocionante. Na reta final, coube as estrelas Dani Lins e Fabiana decidirem. Elas fizeram os pontos finais e o Sesi venceu por 22-20.

A inconsistência também foi a tônica do quarto set. Bernardinho voltou com Regiane no lugar de Mihajlovic. Desta vez, quem abriu vantagem foram as cariocas. O time colocou 14-10 no placar no segundo tempo técnico, graças as combinações de ataque do Sesi que não funcionavam.

 

Mas como numa mágica, a Unilever novamente parou de jogar e o Sesi melhorou, se aproveitou dos vacilos do time de Bernardinho e matou o jogo fazendo 21-19.

Com a classificação, o Sesi-SP garantiu uma final paulista neste sábado, já que no outro duelo, Molico Osasco e Vôlei Amil se enfrentam.

 




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