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Sunday 24 January 2021
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Sesi-SP volta à Vila Leopoldina para primeira semifinal contra Campinas

Divulgação/Sesi SP Vôlei

O momento é outro. Que o final seja também. Este é o pensamento do time masculino de vôlei do Sesi-SP para a primeira partida da semifinal do Campeonato Paulista, contra o Brasil Kirin, nesta sexta-feira (10/10), às 21h30, com transmissão pelo SporTV. O jogo marca também a volta da equipe à Vila Leopoldina, após disputar todo o campeonato fora de casa.

Nas duas vezes que se encontraram neste ano, o time de Campinas levou a melhor. Na decisão da Copa São Paulo, derrota por 3 sets a 2. Pelo Paulista, outro revés, por 3 sets a 0, na última rodada da primeira fase. Agora, os times se encontram pela semifinal que será em dois jogos. O primeiro, nesta sexta, e a volta em Campinas, dia 16/10. Se cada time vencer um jogo será disputado o golden set para definir o finalista.

Os resultados poderiam sugerir um favoritismo do Brasil Kirin, mas o oposto do Sesi-SP, Theo, acredita se tratar de questão de momento e que hoje os times estão mais parelhos, principalmente com as voltas de Lucão e Lucarelli, que estavam a serviço da Seleção Brasileira. “Eu acho que a questão de favoritismo fica fora da quadra e o jogo será bem equilibrado. No Estadual nós fizemos uma partida muito abaixo do que podemos. Na final da Copa São Paulo foi mais equilibrado. A gente vai chegar um pouco melhor, mais completo, com jogadores de volta. Não tem favorito. Em outros anos teve, neste ano não”, disse o oposto, lembrando que o entrosamento campineiro pode pesar a favor do outro lado, mas nem tanto. “Eles estão bem, com volume bom, time inteiro. Nós estamos crescendo também, entrosamento melhor com o Marcelinho. A gente chega melhor e equilibra. Ninguém vai fazer milagre, mas com o time mais completo de volta a gente ganha bastante na quadra”.

Marcos Pacheco concorda com seu jogador. Para o treinador, os resultados anteriores refletem a diferença daquele momento, não o atual  e que o time de Campinas sai na frente no conjunto, mas que a realidade agora é outra. “Os últimos resultados foram em outro momento, outra realidade. O diferencial do Brasil Kirin é o time, o conjunto. É o time desde o começo da temporada, o time que eles montaram para o ano, que estão treinando desde o início. Esst é a grande vantagem. Hoje é outra realidade, outra situação, outros jogadores e a situação se equilibrou, mas o entrosamento é a grande vantagem deles”, disse Pacheco, que prefere desconsiderar o último jogo. “O último jogo não serve de parâmetro nenhum. Absolutamente nenhum. O de sexta será aberto. Eles têm jogadores muito experientes, mas nós temos que imprimir nosso ritmo de jogo, com uma virada de bola bem consistente, neutralizando alguns pontos fortes de ataque. Esquecendo os outros jogos e focando nesse”.

Ainda sem Murilo, mas com Lucão e Lucarelli, Pacheco conta com a maior possibilidade de ataques para surpreender os rivais. Agora, o levantador Marcelinho ganha novas opções de jogo, desafogando Theo, o que dificulta a marcação do time de Campinas. “Individualmente (Lucão e Lucarelli) são espetaculares, mas a composição junto com eles é muito mais forte. Eles compondo com o time tiram um pouco a responsabilidade dos outros. Theo ficava sobrecarregado. As bolas decisivas iam pro Theo e os outros times sabiam disso. Com eles, isso muda e o próprio Marcelinho ganha mais opções para o time. É outro jogo”.

Volta para casa

Mais um ingrediente para o jogo é a volta para a Vila Leopoldina. Depois de passar o paulista inteiro jogando pelo Estado, o Sesi volta ao seu palco principal.  A entrada é gratuita e os portões serão abertos uma hora antes da partida começar. A lotação máxima é de 800 pessoas.




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