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Sunday 27 September 2020
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Sesi tem meta clara para a Superliga feminina: o título

Ayrton Vignola / Sesi-SP Divulgação

Vice na última temporada, Sesi quer subir um degrau no pódio desta vez

Depois de quebrar a hegemonia de Rexona e Molico Osasco na Superliga feminina de vôlei, o Sesi mira finalmente subir ao ponto mais alto do pódio na edição 2014/2015 da competição. Atual vice-campeão da disputa, o time estreia na segunda-feira (10), contra o São José dos Campos, no Tênis Clube de SJC, às 18h30 (horário de Brasília), com transmissão ao vivo do canal “SporTV”.

Do elenco da última temporada, apenas duas grandes mudanças. A levantadora Claudinha e a oposta Monique chegaram para substituir Dani Lins e Ivna. A outra oposta da equipe é Liz, que fortalece a saída de rede após se destacar no Maranhão. Suelle, Mari e Pri Daroit continuam como ponteiras. Suelen e Michelle Daldegan (líberos), Carol Albuquerque (levantadora) e as centrais Bia, Bárbara e, claro, Fabiana, completam a equipe. A única baixa será Dayse, que sofreu uma lesão nos ligamentos do joelho esquerdo durante o Paulista e ficará fora praticamente toda a Superliga.

O técnico Talmo de Oliveira, por sua vez, quer finalmente “desencantar”. Isso porque ele já perdeu a final da maior competição de clubes do país em duas oportunidades: em abril, quando o Sesi caiu ante o Rexona (à época chamado Unilever) e na temporada 2009/2010, ocasião em que dirigiu o Montes Claros, derrotado pela Cimed na última partida:

– A gente sempre trabalha com o objetivo de chegar às finais e conquistar títulos, mas prezamos a pedagogia do exemplo e sabemos que não adianta ser campeão ultrapassando a barreira da ética, do respeito, do companheirismo e da cooperação. No Sesi, plantamos tudo isso e colhemos bons frutos nesses três anos, esperando colher por muitos anos ainda

Bicampeã olímpica, a capitã do Sesi e da seleção brasileira Fabiana Claudino é, de novo, a principal arma da equipe. A camisa 1 está empolgada para mais uma temporada e acredita na força e na alegria do time:

– Temos que estar feliz com o que estamos fazendo. É o que a gente tenta buscar o tempo inteiro, levar essa felicidade, essa alegria para dentro da quadra. Sabemos que quando se faz as coisas com alegria, tudo fica mais fácil

Em seu terceiro ano no Sesi, Bia considera o último ano a melhor temporada de sua carreira, quando brilhou nas estatísticas de bloqueio e foi constantemente cotada para a seleção. A atleta, que há duas temporadas valia apenas 1 ponto no ranking e hoje está cotada em 5, quer o título que escapou em 2013/2014:

– Disputo a Superliga desde os meus 17 anos, mas esse período no Sesi foi o melhor de todos. Entrei como titular e fomos para a final da Superliga. A gente sabe que o caminho é longo, temos excelentes times pela frente, mas o objetivo é chegar na final novamente

Para servir as duas centrais – e o resto do time inteiro – chegou a experiente Claudinha, campeã mundial pela seleção brasileira militar. A levantadora elogiou a dedicação das novas companheiras e elogiou o grupo que encontrou na Vila Leopoldina:

– Esperamos um campeonato mais forte ainda do que no ano passado. E as expectativas são as melhores, porque o time está muito focado, muito empenhado, a comissão técnica é sensacional. Nesse começo já estou adorando, mas vamos buscar melhorar cada vez mais, permanecer sempre com boas classificações

O time feminino do Sesi mandará seus jogos majoritariamente na Vila Leopoldina, mas algumas partidas deverão ser deslocadas para ginásios do interior, visando maior interação com a torcida nas cidades espalhadas pelo estado de São Paulo. Após o confronto desta segunda, o time jogará em casa duas vezes: em 14/11, contra o Maranhão,  e 21/11, contra o Minas/Camponesa.




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